Toma as tuas asas minha pequena e vá voar. Conhecer o mundo, um pouco de cada vez.
Não se assuste, nada vai te machucar.
Eu sei que você vai chorar e eu terei que engolir meu choro. Por que cada nova experiência sua é nova pra mim também.
Não se apresse, deixe tudo acontecer devagarinho. Eu prometo não soltar sua mãozinha, mesmo quando você passar de mim em altura.
Não se preocupe com as broncas e críticas alheias, por que a maioria serão destinadas a mim e eu já sei lidar com isso, mas aprenda meu bem, a não julgar aquilo que não entende, que discorda ou que vê com maus olhos. Você está aqui e não lá, não pode saber o que acontece por dentro de ninguém.
Perdoe, minha pequena, as minhas falhas. Eu ás vezes erro, mas é sempre pensando no seu bem.
Nem sempre você vai caber no meu colo, mas pode ficar nele sempre que estiver cansada ou precisar de um consolo. Não fuja, aprenda a enfrentar os problemas e não fugir deles, depois dessa batalha, você pode voltar para o meu colo e descansar.
Mesmo que cresça, lembre-se que eu me acostumei a segurar sua mão. Ás vezes vou precisar que segure a minha.
Não se apavore se me ver chorar. A mesma facilidade que eu tenho pra chorar, eu tenho pra sorrir e sem dúvida o sofrimento vai passar.
Entenda porém, que embora você viva nesse mundo, você não pertence a ele. Aqui só cabe dor, maldade e solidão. Você pertence a Deus que te colocou nas minhas mãos pra que eu cuidasse de você e te instruísse.
Aprenda tudo sobre si, aprenda tudo sobre Ele e acima de tudo minha pequena, cresça, por que independente da sua altura, você vai ser muito grande.
Mamãe
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
sábado, 24 de outubro de 2015
Mãe!
Puxa, carta para mães quando nem é dia das mães? Sim e se reclamar vai ter carta até para o Saci-pererê! Mentira, vai ter não. Todo mundo já ouviu aquele velho clichê " Dia das mães é todo dia!" Enfim, sempre é dia, sempre é hora para declarar seu amor, por quem você quiser. Hoje, essas palavras são para minha mãe e para as mães de modo geral, que vão ler isso. Pode ser sua avó que criou você ou aquela tia que fez o papel de mãe, não importa, mãe é mais que uma palavra, é mais que um laço sanguíneo.
Sei que nem todas as minhas palavras vão valer pra todo mundo, mas leve em consideração aquilo que te toca e fim.
Mãe, desculpa pelo dia das mães de 2001, 2003, talvez 2004, desculpa pelos anos em que não te dei de presente nenhum abraço ou uma palavra. Mãezinha, me desculpa por todas as vezes que me afastei da senhora, por ser volúvel ou por que achei que meu lugar era outro. Desculpa pelo tempo perdido longe da senhora. Desculpa também por aquela bronca que ignorei e por ter fingido que não ouvi outras. Mãe, sabe aquela vez que eu te magoei, que eu escolhi o lado errado? Me perdoa? Eu sei que eu parecia adulta e tentava agir como tal, mas eu era criança, ainda hoje eu me sinto criança em determinadas situações. Entenda mãe, eu achei que estava fazendo o certo, eu errei, mas eu prometo te amar em qualquer situação, assim como me amou e me ama. Prometo fazer o possível e o impossível pra não te magoar nunca mais.
Obrigada pelos livros! Todos eles! Me salvaram da ignorância e da solidão nos tempos de bullying, a senhora sabia do bullying né? Esqueça, doeu e passou. Obrigada mãezinha por tentar domar meu cabelo! Tarefa difícil né? Obrigada por vencer a guerra contra os piolhos! Ta aí outra tarefa dificílima! Eu estaria perdida se não tivesse feito isso por mim. Que vergonha, mãe, das minhas crises existenciais em que eu chorei sem motivo e disse coisas sem sentido.
Agora entenda mãezinha, eu cresci, não na estatura, eu sei. Vejo as coisas bem melhor agora. Eu ainda não durmo no escuro, corro de baratas, abelhas... Só que eu guardei cada palavra, cada ensinamento e eu prometo passar adiante todos os valores que me ensinou. Mesmo crescida mãe, eu ainda preciso da senhora, sempre. Então se cuida mãe, cuida da sua saúde física e mental, mas quando precisar, eu vou cuidar da senhora sempre. Lembra que eu amo salpicão, mas tenho preguiça de desfiar o frango. Nem sempre eu consigo tirar manchas das roupas, isso é revoltante. Mãe, eu tento tanto amor que não cabe dentro de mim. Eu amo te amar.
Eu amo ser sua filha!
Sei que nem todas as minhas palavras vão valer pra todo mundo, mas leve em consideração aquilo que te toca e fim.
Mãe, desculpa pelo dia das mães de 2001, 2003, talvez 2004, desculpa pelos anos em que não te dei de presente nenhum abraço ou uma palavra. Mãezinha, me desculpa por todas as vezes que me afastei da senhora, por ser volúvel ou por que achei que meu lugar era outro. Desculpa pelo tempo perdido longe da senhora. Desculpa também por aquela bronca que ignorei e por ter fingido que não ouvi outras. Mãe, sabe aquela vez que eu te magoei, que eu escolhi o lado errado? Me perdoa? Eu sei que eu parecia adulta e tentava agir como tal, mas eu era criança, ainda hoje eu me sinto criança em determinadas situações. Entenda mãe, eu achei que estava fazendo o certo, eu errei, mas eu prometo te amar em qualquer situação, assim como me amou e me ama. Prometo fazer o possível e o impossível pra não te magoar nunca mais.
Obrigada pelos livros! Todos eles! Me salvaram da ignorância e da solidão nos tempos de bullying, a senhora sabia do bullying né? Esqueça, doeu e passou. Obrigada mãezinha por tentar domar meu cabelo! Tarefa difícil né? Obrigada por vencer a guerra contra os piolhos! Ta aí outra tarefa dificílima! Eu estaria perdida se não tivesse feito isso por mim. Que vergonha, mãe, das minhas crises existenciais em que eu chorei sem motivo e disse coisas sem sentido.
Agora entenda mãezinha, eu cresci, não na estatura, eu sei. Vejo as coisas bem melhor agora. Eu ainda não durmo no escuro, corro de baratas, abelhas... Só que eu guardei cada palavra, cada ensinamento e eu prometo passar adiante todos os valores que me ensinou. Mesmo crescida mãe, eu ainda preciso da senhora, sempre. Então se cuida mãe, cuida da sua saúde física e mental, mas quando precisar, eu vou cuidar da senhora sempre. Lembra que eu amo salpicão, mas tenho preguiça de desfiar o frango. Nem sempre eu consigo tirar manchas das roupas, isso é revoltante. Mãe, eu tento tanto amor que não cabe dentro de mim. Eu amo te amar.
Eu amo ser sua filha!
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Nova fase!
Eu sempre volto, não importa quanto tempo passe, acostumem-se! Sem desculpas esfarrapadas ou qualquer justificativa. Eu voltei e dessa vez pra falar sobre essa nova fase.
A maternidade é feita de fases, diferentes pra cada mãe e filho, em determinados aspectos, claro.
Primeiro a gestação, que foi uma fase bem turbulenta pra mim! Enjoos, sono e cansaço foram os menores problemas. Sobre o parto? Eu achei que fosse durar pra sempre, mesmo que o meu tenha sido um dos mais rápidos e descomplicados que eu já ouvi falar. Pra quem já sofreu com pedras nos rins (cólica renal), achei que parto fosse ser fichinha. Abandonando clichês e partindo para a próxima fase. Então eu tinha um bebê que mamava de meia em meia hora e dormia nos horários mais inconvenientes, as seis da manhã ou sete. Eu dormia em pé, no banho, em frente ao fogão ou no meio de conversas. Foi uma fase confusa. Entenda, eu queria estar com a minha filha o tempo todo, mas queria dormir o tempo todo! As conversas eram tão confusas, com meu marido, minhas mães (no plural, porque são duas!), irmãos... Enfim, ninguém queria saber de mim, só da minha filha e aos poucos nem eu queria saber de mim! Eu sentia fraqueza, fome, sono, eu não conseguia fazer uma escova no cabelo ou pintar as unhas, eu andava com as roupas ensopadas de leite e o pior, com o cheiro de leite, mas a minha filha era tão linda, que o resto não importava. Passada essa fase, agora eu me importo, meu cabelo parecia um ninho, literalmente falando! Eu só falava da minha filha ou sobre a maternidade, como as pessoas me suportavam?
Então minha filha tinha febre por causa dos dentes, daí ela começou a engatinhar e eu ficava em cima dela o tempo todo. Em seguida ela começou a andar e eu mal podia acompanhar os passinhos tortos e as mãozinhas gordas agarrando os móveis. Eu deixava ela chorando pra ir trabalhar, na maioria das vezes eu tentava não acordá-la ou tranquilizá-la, mas quem passa ou passou por essa experiência sabe como é difícil e como parte o coração. Daí eu tinha o jantar pra fazer e a casa pra limpar e pouco tempo pra minha filha. Passou... Eu fiquei assustada quando li sobre Terrible two, como o meu anjinho ia ficar incontrolável? Ela ficou, por pouco tempo, tempo que passou também. Agora a paz reina! Nada de me descabelar e nem enlouquecer. O desfralde? Sem maiores traumas, tirando o fato do meu marido entrar em pânico toda vez que ela dorme no sofá.
Todas as fases foram difíceis, mas eu amei todas, essa em especial. Ela nem completou três anos e já se comporta como uma mocinha.
Ela avisa se está com fome, sede ou dor e ainda avisa onde. Escolhe o que quer assistir sem brigas por que eu decidi assistir outra coisa. Ela quer colocar vestido, os pulsos vivem cheios de pulseiras e os dedos cheios de anéis. Fazer as unhas nunca foi tão fácil! Uma mão de base nas unhas dela e ela pára pegar os vidros de esmaltes e guardar na bolsinha. Posso tomar banho sem ter que amarrar ela em um carrinho e colocar na porta do banheiro! Comer ainda é um pouco difícil, já que ela tem um probleminha genético chamado pai chato, cujo os sintomas são os mesmos do pai quando estava na idade dela, rejeitar qualquer alimento que é oferecido, os sintomas dela são menos intensos, por que ela já sabe o que gosta de comer e pede. Sem brigas pra pentear o cabelo, sem brigas pra dormir, tirando o fato de que ela só quer dormir com o pai.
Eu não vejo a hora de passar por novas fases com ela, por que até as mais difíceis, são fáceis de amar.
Não me arrependo de nada, talvez de ter começado a prender o cabelo dela cedo. Não quero ser dessas mães amargas que ficam lamentando o que fizeram ou deixaram de fazer. Ser mãe é difícil e só pra constar, ser alvo de críticas e quaisquer opiniões não facilita nada! Você vive uma insegurança constante. Você se sente culpada por tudo e nada.
Perdoem nossas imperfeições e vivam suas vidas perfeitas, por que sinceramente, em nossas mentes e corações não tem espaço pra infelicidade alheia!
Até o próximo post!
A maternidade é feita de fases, diferentes pra cada mãe e filho, em determinados aspectos, claro.
Primeiro a gestação, que foi uma fase bem turbulenta pra mim! Enjoos, sono e cansaço foram os menores problemas. Sobre o parto? Eu achei que fosse durar pra sempre, mesmo que o meu tenha sido um dos mais rápidos e descomplicados que eu já ouvi falar. Pra quem já sofreu com pedras nos rins (cólica renal), achei que parto fosse ser fichinha. Abandonando clichês e partindo para a próxima fase. Então eu tinha um bebê que mamava de meia em meia hora e dormia nos horários mais inconvenientes, as seis da manhã ou sete. Eu dormia em pé, no banho, em frente ao fogão ou no meio de conversas. Foi uma fase confusa. Entenda, eu queria estar com a minha filha o tempo todo, mas queria dormir o tempo todo! As conversas eram tão confusas, com meu marido, minhas mães (no plural, porque são duas!), irmãos... Enfim, ninguém queria saber de mim, só da minha filha e aos poucos nem eu queria saber de mim! Eu sentia fraqueza, fome, sono, eu não conseguia fazer uma escova no cabelo ou pintar as unhas, eu andava com as roupas ensopadas de leite e o pior, com o cheiro de leite, mas a minha filha era tão linda, que o resto não importava. Passada essa fase, agora eu me importo, meu cabelo parecia um ninho, literalmente falando! Eu só falava da minha filha ou sobre a maternidade, como as pessoas me suportavam?
Então minha filha tinha febre por causa dos dentes, daí ela começou a engatinhar e eu ficava em cima dela o tempo todo. Em seguida ela começou a andar e eu mal podia acompanhar os passinhos tortos e as mãozinhas gordas agarrando os móveis. Eu deixava ela chorando pra ir trabalhar, na maioria das vezes eu tentava não acordá-la ou tranquilizá-la, mas quem passa ou passou por essa experiência sabe como é difícil e como parte o coração. Daí eu tinha o jantar pra fazer e a casa pra limpar e pouco tempo pra minha filha. Passou... Eu fiquei assustada quando li sobre Terrible two, como o meu anjinho ia ficar incontrolável? Ela ficou, por pouco tempo, tempo que passou também. Agora a paz reina! Nada de me descabelar e nem enlouquecer. O desfralde? Sem maiores traumas, tirando o fato do meu marido entrar em pânico toda vez que ela dorme no sofá.
Todas as fases foram difíceis, mas eu amei todas, essa em especial. Ela nem completou três anos e já se comporta como uma mocinha.
Ela avisa se está com fome, sede ou dor e ainda avisa onde. Escolhe o que quer assistir sem brigas por que eu decidi assistir outra coisa. Ela quer colocar vestido, os pulsos vivem cheios de pulseiras e os dedos cheios de anéis. Fazer as unhas nunca foi tão fácil! Uma mão de base nas unhas dela e ela pára pegar os vidros de esmaltes e guardar na bolsinha. Posso tomar banho sem ter que amarrar ela em um carrinho e colocar na porta do banheiro! Comer ainda é um pouco difícil, já que ela tem um probleminha genético chamado pai chato, cujo os sintomas são os mesmos do pai quando estava na idade dela, rejeitar qualquer alimento que é oferecido, os sintomas dela são menos intensos, por que ela já sabe o que gosta de comer e pede. Sem brigas pra pentear o cabelo, sem brigas pra dormir, tirando o fato de que ela só quer dormir com o pai.
Eu não vejo a hora de passar por novas fases com ela, por que até as mais difíceis, são fáceis de amar.
Não me arrependo de nada, talvez de ter começado a prender o cabelo dela cedo. Não quero ser dessas mães amargas que ficam lamentando o que fizeram ou deixaram de fazer. Ser mãe é difícil e só pra constar, ser alvo de críticas e quaisquer opiniões não facilita nada! Você vive uma insegurança constante. Você se sente culpada por tudo e nada.
Perdoem nossas imperfeições e vivam suas vidas perfeitas, por que sinceramente, em nossas mentes e corações não tem espaço pra infelicidade alheia!
Até o próximo post!
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Sobre saúde!
Demorei, mas continuo por aqui. Voltei pra falar sobre um assunto muito importante, a saúde das crianças.
Eu que sempre fiquei alerta ao menor de sinal de febre, dores e incômodos, fui surpreendida essa semana. febre baixa, dores na barriga incomodo para fazer xixi. Todas as vezes que minha filha teve febre, sempre aparecia alguém pra dizer " Está baixa, dá um remédio que passa." ou " É só febre, nem precisa de médico" Claro que eu sempre ignorei. Dessa vez não foi diferente. Levei ela ao médico e não fiquei surpresa ao descobrir que era infecção urinária, me surpreendi ao descobrir que estava forte e que devia ter levado minha filha ao médico antes.
Achei que as dores eram por causa de algum alimento e tentei cortar o que achei que fosse a causa, mas não levei tão a sério quanto deveria.
As vezes em meio a correria do dia a dia, um descuido ou dar ouvidos a opinião alheia, nos faz esquecer que somos nós os responsáveis pelos nossos filhos, não só educar, alimentar e colocar pra dormir, mas prestar atenção a saúde, desenvolvimento e também entretenimento. Por que apesar do trabalho, cansaço, falta de paciencia ou disposição, brincar com os filhos e dar atenção também é nossa obrigação.
De pitaco por pitaco, melhor vir de alguém que respeita sua opinião e liberdade pra fazer o que bem entender.
Fiquem atentos a sintomas persistentes, ignorem as opiniões alheias e cuidem de quem vocês amam, principalmente daqueles que não podem se cuidar sozinhos!
Até o próximo post!
Eu que sempre fiquei alerta ao menor de sinal de febre, dores e incômodos, fui surpreendida essa semana. febre baixa, dores na barriga incomodo para fazer xixi. Todas as vezes que minha filha teve febre, sempre aparecia alguém pra dizer " Está baixa, dá um remédio que passa." ou " É só febre, nem precisa de médico" Claro que eu sempre ignorei. Dessa vez não foi diferente. Levei ela ao médico e não fiquei surpresa ao descobrir que era infecção urinária, me surpreendi ao descobrir que estava forte e que devia ter levado minha filha ao médico antes.
Achei que as dores eram por causa de algum alimento e tentei cortar o que achei que fosse a causa, mas não levei tão a sério quanto deveria.
As vezes em meio a correria do dia a dia, um descuido ou dar ouvidos a opinião alheia, nos faz esquecer que somos nós os responsáveis pelos nossos filhos, não só educar, alimentar e colocar pra dormir, mas prestar atenção a saúde, desenvolvimento e também entretenimento. Por que apesar do trabalho, cansaço, falta de paciencia ou disposição, brincar com os filhos e dar atenção também é nossa obrigação.
De pitaco por pitaco, melhor vir de alguém que respeita sua opinião e liberdade pra fazer o que bem entender.
Fiquem atentos a sintomas persistentes, ignorem as opiniões alheias e cuidem de quem vocês amam, principalmente daqueles que não podem se cuidar sozinhos!
Até o próximo post!
terça-feira, 9 de junho de 2015
Sobre desfralde!
Oii!
Nem vou comentar sobre a demora para postar algo, por que toda vez acontece a mesma coisa e nem sempre eu tenho uma desculpa boa.
Voltei pra falar sobre o desfralde.
Nem vou comentar sobre a demora para postar algo, por que toda vez acontece a mesma coisa e nem sempre eu tenho uma desculpa boa.
Voltei pra falar sobre o desfralde.
Eu tinha uma visão muito errada a respeito do assunto. Quando minha mãe, enlouquecida, tentava tirar minha irmã mais nova das fraldas, eu achei que fosse a tarefa mais fácil do mundo, mesmo que ela só tenha conseguido quando minha irmã já tinha quase cinco anos.
Eis que a Alice estava com 1 ano e 8 meses e eu comecei essa tarefa, que parecia fácil.
Desisti. Dois meses depois eu recomecei. Desisti. Deixe-me explicar a razão. Minha filha não sabe diferenciar um do outro. Ela passa a maior parte do tempo vendo desenhos, sendo assim ela está sempre distraída e os acidentes acabam acontecendo bem no meio da minha sala.
Já falei diversas vezes sobre minha falta de paciência, que piora muito, quando ela suja meu chão limpinho. Para não traumatizar a criança, eu preferi dar mais um tempo.
Agora ela está com 2 anos e 6 meses e sinceramente, isso facilitou um pouco. Ela já avisa, acidentes de percurso são raros e por incrível que pareça, eu estou mais paciente.
Faz um tempo desde o ultimo acidente, meu marido até se irritou um pouco (o que é raro, já que ele tem muita paciência com tudo.) mas eu me mantive calma e consegui conversar com ela. Ela também se irrita quando acontece, então eu tenho que manter a calma e explicar tudo. Claro que eu não vou esperar ela completar 5 anos, mas esse tempo que eu dei foi muito útil. Para algumas mães é mais fácil, já que as creches e escolinhas geralmente fazem esse trabalho. Até entendo por que foi tão difícil pra minha mãe, visto que ela trabalha e minha irmã não chegou a ir para uma creche. Claro que sempre tem comentários: "Ela ainda usa fraldas?" ou "Já ta na hora de tirar das fraldas né?" Seguro o palavrão, já que eu não falo e respiro fundo. Embora seja muito fácil para as pessoas falarem, a maioria não faz ideia de como é estar nessa situação, já que muitas não tiverem essa árdua tarefa, que me faz admirar ainda mais as cuidadoras de creches e escolinhas. Imagino como deve ser, ter que tirar os filhos dos outros das fraldas e principalmente se for mais de um ao mesmo tempo.
Enfim, espero que essa fase passe logo! Achei que sempre fosse amar tudo na maternidade, essa é sem dúvida uma fase pra não me lembrar, a menos é claro, que venha outro bebê, mas por enquanto, eu passo.
Mãezinhas e futuras mãezinhas, o ideal mesmo é tirar paciência de onde não tem, sempre!
Até o próximo post!
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Fases: Sobre os dois anos!
Olá!
Tenho dado um espaço maior entre um post e outro, involuntariamente e sem nenhuma razão específica, mas voltei pra falar sobre uma fase importante e um tanto irritante: Os dois anos.
Eu já disse algumas vezes que eu amo ser mãe, mas nem por isso sou louca de sair procurando blogs ou grupos de mães, nem nada do tipo. O fato é que eu amo ler, qualquer coisa, que inclui placas de trânsito e até esses folhetos que entregam nos faróis. Por esse motivo, li um post de um blog, que não me lembro o nome, nem autora, com o seguinte título: Terrible two. Descobri que essa expressão é muito popular. Logo nas primeiras linhas eu parei, olhei para a minha filha e pensei "Do que essa louca está falando?". Terminei o post e fiquei indignada por alguns minutos e meu único pensamento era "Que mulher descompensada e que criança incontrolável é essa?". Mal sabia eu. Olhava para a Alice e pensava no anjinho que eu tinha em casa. Quando eu li isso, minha filha tinha acabado de completar dois anos. Claro que ainda a considero um anjinho. Descobri duas coisas, uma delas é que mãe não tem um limite de bordões, o que é ainda pior quando se tem duas mães, outra coisa é que de uma forma ou de outra, elas estão certas. Eu estava em plena maturidade dos meus doze anos de sabedoria, quando minha mãe pedagoga e especialista em comportamento infantil me disse "Sarinha, não diz essas coisas: A palavra tem poder." Olho para minha mãe audaciosa e digo "Nada a ver mãe". Tudo a ver! Quando você diz que seu filho é um anjo, você o abençoa com palavras boas e quando você diz que seu filho é uma peste, o amaldiçoa e o comportamento dele tende a piorar. Então, independente da fase, minha filha é um anjo.
Enfim, chegou a fase conhecida como "Adolescência do bebê". ( Isso existe mesmo). SOCORRO! SALVE - SE QUEM PUDER! ABANDONAR NAVIO! Abandonar navio é um exagero, quer dizer, não é como se você pudesse sair de casa e deixar seu filho ao léu. Se minha paciência era nula, agora ela é negativa.
Logo pela manhã, na hora de acordar a Alice, eu não sei o que me espera, tento calcular de acordo com a semana anterior, mas não dá certo. Nunca sei com que humor ela vai acordar. Às vezes ela vira pra mim e diz "Godia mamãe" outras ela vira para o outro lado e diz "Não gutei". Meu primeiro instinto nesse momento é dizer "Eu também não gostei, mas não posso fugir!". Então me lembro, eu sou a adulta! Não importa o frio que esteja, ela quer "Vitido!" O que sempre acaba da seguinte forma. Ela mais redonda, com camiseta de manga cumprida, blusa, calça de moletom e vestido por cima, parecendo um boia fria. ( Piada de mau gosto, por que eles vivem em condições precárias e tal.)
Então tem briga por que ela quer assistir um desenho, daí ela muda de ideia e eu tenho que ser rápida o suficiente para evitar os gritos. Eu não posso guardar os brinquedos, por que mesmo que elas não esteja brincando como o trezentos e vinte, ela quer ver todos espalhados pela minha casa. Acho que ela vai ser decoradora. Se minha irmã ( que mora na edícula) decide vir dar um beijo nela, ela já grita: "Vai pra su casa tia!" Muito receptiva com a tia favorita. Os piores momentos são pra comer. Eu preciso correr atrás dela, sentar ela, apertar as bochechas pra ela abrir a boca e dar a comida. Isso com ela esperneando e gritando. São no máximo quatro colheradas e três horas pra engolir. Na hora do banho é um escândalo e o mesmo na hora de dormir. Comportamentos que antes eu só via nos filhos dos outros, agora é constante dentro da minha casa! A palavra pra tudo é " Não!" e a atitude é bater os pés e até me chamar de chata e boba. Coisa que ela aprendeu nos desenhos Peppa, Barbie e outros. Coisas que não ensinamos, mas eles aprendem, quando está muito irritada ela diz, que droga! Ela cerra os punhos e emite um som parecido com cachorro com raiva. Passo o dia estressada e aos gritos, mandando ela parar de gritar, parar de jogar os brinquedos e não ficar no portão. Ás vezes me flagro colocando minha filha de castigo e acredite, não adianta. Coloco ela sentada em um canto e da- se inicio à uma sessão tortura de cinco minutos em que ela chora incessantemente como se estivesse sendo espancada e dizendo que quer meu colo, enquanto o nariz escorre e ela lambe sem culpa.
Desenvolvi um método quase infalível. Eu paro e respiro, ignoro ela por alguns segundos, depois olho para a carinha redonda dela e os olhinhos do pai, com olhar de quem acha que sabe de tudo e percebo que ela é um bebê, grande e teimosa, mas um bebê.
Agora eu entendo que é uma fase. Ela quer ser dona dela mesma, quer escolher o que quer e é cheia de opinião. Ela vai crescer e eu vou rir disso, também vou sentir falta. Entendo que ela não consegue compreender as fases na vida dela e que precisa de uma mãe que compreenda essas fases e só cuide pra que ela passe sem muitos traumas e com muito amor.
Nossa! como é bom entender isso e poder escrever sobre isso.
Mãezinhas, não se estressem! Vai passar! Virão outras fases e precisamos estar equilibradas para lidar com cada uma delas!
As pessoas olham, comentam e criticam, xingar cada uma delas, mas dentro da situação nós vemos que é difícil, imagina pra quem está vendo de fora.
Desejo para os pitaqueiros de plantão, filhos que passem por essa fase rapidamente, por que não desejar o bem para o próximo?
Até o próximo post!
Tenho dado um espaço maior entre um post e outro, involuntariamente e sem nenhuma razão específica, mas voltei pra falar sobre uma fase importante e um tanto irritante: Os dois anos.
Eu já disse algumas vezes que eu amo ser mãe, mas nem por isso sou louca de sair procurando blogs ou grupos de mães, nem nada do tipo. O fato é que eu amo ler, qualquer coisa, que inclui placas de trânsito e até esses folhetos que entregam nos faróis. Por esse motivo, li um post de um blog, que não me lembro o nome, nem autora, com o seguinte título: Terrible two. Descobri que essa expressão é muito popular. Logo nas primeiras linhas eu parei, olhei para a minha filha e pensei "Do que essa louca está falando?". Terminei o post e fiquei indignada por alguns minutos e meu único pensamento era "Que mulher descompensada e que criança incontrolável é essa?". Mal sabia eu. Olhava para a Alice e pensava no anjinho que eu tinha em casa. Quando eu li isso, minha filha tinha acabado de completar dois anos. Claro que ainda a considero um anjinho. Descobri duas coisas, uma delas é que mãe não tem um limite de bordões, o que é ainda pior quando se tem duas mães, outra coisa é que de uma forma ou de outra, elas estão certas. Eu estava em plena maturidade dos meus doze anos de sabedoria, quando minha mãe pedagoga e especialista em comportamento infantil me disse "Sarinha, não diz essas coisas: A palavra tem poder." Olho para minha mãe audaciosa e digo "Nada a ver mãe". Tudo a ver! Quando você diz que seu filho é um anjo, você o abençoa com palavras boas e quando você diz que seu filho é uma peste, o amaldiçoa e o comportamento dele tende a piorar. Então, independente da fase, minha filha é um anjo.
Enfim, chegou a fase conhecida como "Adolescência do bebê". ( Isso existe mesmo). SOCORRO! SALVE - SE QUEM PUDER! ABANDONAR NAVIO! Abandonar navio é um exagero, quer dizer, não é como se você pudesse sair de casa e deixar seu filho ao léu. Se minha paciência era nula, agora ela é negativa.
Logo pela manhã, na hora de acordar a Alice, eu não sei o que me espera, tento calcular de acordo com a semana anterior, mas não dá certo. Nunca sei com que humor ela vai acordar. Às vezes ela vira pra mim e diz "Godia mamãe" outras ela vira para o outro lado e diz "Não gutei". Meu primeiro instinto nesse momento é dizer "Eu também não gostei, mas não posso fugir!". Então me lembro, eu sou a adulta! Não importa o frio que esteja, ela quer "Vitido!" O que sempre acaba da seguinte forma. Ela mais redonda, com camiseta de manga cumprida, blusa, calça de moletom e vestido por cima, parecendo um boia fria. ( Piada de mau gosto, por que eles vivem em condições precárias e tal.)
Então tem briga por que ela quer assistir um desenho, daí ela muda de ideia e eu tenho que ser rápida o suficiente para evitar os gritos. Eu não posso guardar os brinquedos, por que mesmo que elas não esteja brincando como o trezentos e vinte, ela quer ver todos espalhados pela minha casa. Acho que ela vai ser decoradora. Se minha irmã ( que mora na edícula) decide vir dar um beijo nela, ela já grita: "Vai pra su casa tia!" Muito receptiva com a tia favorita. Os piores momentos são pra comer. Eu preciso correr atrás dela, sentar ela, apertar as bochechas pra ela abrir a boca e dar a comida. Isso com ela esperneando e gritando. São no máximo quatro colheradas e três horas pra engolir. Na hora do banho é um escândalo e o mesmo na hora de dormir. Comportamentos que antes eu só via nos filhos dos outros, agora é constante dentro da minha casa! A palavra pra tudo é " Não!" e a atitude é bater os pés e até me chamar de chata e boba. Coisa que ela aprendeu nos desenhos Peppa, Barbie e outros. Coisas que não ensinamos, mas eles aprendem, quando está muito irritada ela diz, que droga! Ela cerra os punhos e emite um som parecido com cachorro com raiva. Passo o dia estressada e aos gritos, mandando ela parar de gritar, parar de jogar os brinquedos e não ficar no portão. Ás vezes me flagro colocando minha filha de castigo e acredite, não adianta. Coloco ela sentada em um canto e da- se inicio à uma sessão tortura de cinco minutos em que ela chora incessantemente como se estivesse sendo espancada e dizendo que quer meu colo, enquanto o nariz escorre e ela lambe sem culpa.
Desenvolvi um método quase infalível. Eu paro e respiro, ignoro ela por alguns segundos, depois olho para a carinha redonda dela e os olhinhos do pai, com olhar de quem acha que sabe de tudo e percebo que ela é um bebê, grande e teimosa, mas um bebê.
Agora eu entendo que é uma fase. Ela quer ser dona dela mesma, quer escolher o que quer e é cheia de opinião. Ela vai crescer e eu vou rir disso, também vou sentir falta. Entendo que ela não consegue compreender as fases na vida dela e que precisa de uma mãe que compreenda essas fases e só cuide pra que ela passe sem muitos traumas e com muito amor.
Nossa! como é bom entender isso e poder escrever sobre isso.
Mãezinhas, não se estressem! Vai passar! Virão outras fases e precisamos estar equilibradas para lidar com cada uma delas!
As pessoas olham, comentam e criticam, xingar cada uma delas, mas dentro da situação nós vemos que é difícil, imagina pra quem está vendo de fora.
Desejo para os pitaqueiros de plantão, filhos que passem por essa fase rapidamente, por que não desejar o bem para o próximo?
Até o próximo post!
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Experiência!
Voltando aqui para falar sobre experiência ou a falta dela. Não sei das outras mães, mas se tem algo que muito me irrita são os comentários das mães " experientes". Aí que vai um balde de água fria para as senhoras: Nem toda experiência do mundo, nem cinquenta filhos te qualifica para cuidar ou opinar a respeito dos filhos alheios! Isso mesmo! O fato de algumas mães terem cinco filhos pequenos ou ter casado cinco filhos não lhes dão nenhum certificado de super mãe!
"Mas eu sou mãe de cinco filhos e avó de doze!" Sinto muito pela senhora, mas isso não me impressiona e não altera minha forma de pensar.
Por que minha filha não é igual ao teu filho, teu filho não é igual ao seu sobrinho, neto, bisneto, enfim!
Senhores pais, admirem suas esposas como mães e tal, mas tenham em mente que, em algum lugar, seja perto ou longe, existe alguém que é tão boa quanto ou melhor!
Ser mãe é a melhor coisa do mundo, muitas mães são maravilhosas, mas sempre tem alguém que faz isso melhor que eu ou você. É bom saber reconhecer! Eu sou super carinhosa, mas também tenho o menor pavio do mundo, num minuto sorrindo e no outro segurando um palavrão, já a minha mãe tem uma paciência de outro mundo! Ela é melhor nisso do que eu, mas não é experiência dela que a torna mais paciente, é a personalidade.
Existem mães com quinze filhos que espanca todos, assim como existem mães de um único filho que cria muito melhor que nossas mães.
Puxa! Não é difícil entender né?
Só uma dica, dê conselhos à quem pedir, expondo sua opinião, mas deixando a critério da pessoa seguir ou não.
Até por que super mães são tão chatas! Principalmente aquela que só fala de filhos ou dos próprios filhos ou que dão palpites na vida dos filhos dos outros. De tanta chatice, uma hora as pessoas passam a te ignorar.
Para as mães experientes, filhos iguais! Para mães experientes e cheias de pitacos, uma mãe muito melhor, só para criticar. Para mães normais, paciência e um bordão para dispensar gente chata, por que pitacos de mães intrometidas? Ninguém merece né?
Até o próximo post.
"Mas eu sou mãe de cinco filhos e avó de doze!" Sinto muito pela senhora, mas isso não me impressiona e não altera minha forma de pensar.
Por que minha filha não é igual ao teu filho, teu filho não é igual ao seu sobrinho, neto, bisneto, enfim!
Senhores pais, admirem suas esposas como mães e tal, mas tenham em mente que, em algum lugar, seja perto ou longe, existe alguém que é tão boa quanto ou melhor!
Ser mãe é a melhor coisa do mundo, muitas mães são maravilhosas, mas sempre tem alguém que faz isso melhor que eu ou você. É bom saber reconhecer! Eu sou super carinhosa, mas também tenho o menor pavio do mundo, num minuto sorrindo e no outro segurando um palavrão, já a minha mãe tem uma paciência de outro mundo! Ela é melhor nisso do que eu, mas não é experiência dela que a torna mais paciente, é a personalidade.
Existem mães com quinze filhos que espanca todos, assim como existem mães de um único filho que cria muito melhor que nossas mães.
Puxa! Não é difícil entender né?
Só uma dica, dê conselhos à quem pedir, expondo sua opinião, mas deixando a critério da pessoa seguir ou não.
Até por que super mães são tão chatas! Principalmente aquela que só fala de filhos ou dos próprios filhos ou que dão palpites na vida dos filhos dos outros. De tanta chatice, uma hora as pessoas passam a te ignorar.
Para as mães experientes, filhos iguais! Para mães experientes e cheias de pitacos, uma mãe muito melhor, só para criticar. Para mães normais, paciência e um bordão para dispensar gente chata, por que pitacos de mães intrometidas? Ninguém merece né?
Até o próximo post.
sábado, 18 de abril de 2015
Sobre avós!
Puxa! Quase um mês depois e aqui estou eu. Vim falar sobre os avós, por que é necessário esclarecer. Quer dizer eles são perfeitos na maioria das vezes, para os netos! É engraçado ver meu pai, que segurava o chinelo pra obrigar meus irmãos e eu a comermos, me pedir pra não forçar a minha filha a comer. Deixo minha filha revirar a casa durante o dia, mas nunca mexer em guarda-roupas ou armários. Ela fica vinte minutos na casa da minha sogra e revira o guarda-roupas e ela não liga! Enfim, eles são ótimos pais, para os filhos e são ótimos avós para os netos! Está implícito, mas serei mais específica. Eu amo ver minha filha toda sorridente com avós e para ser bem sincera, ela prefere meus sogros do que meus pais e não me importo. As raras vezes em que deixo minha filha ficar com os avós, eu me sinto recompensada quando ela volta feliz. Eu entendo que os pais sentem falta dos filhos nessa fase, entendo que eles queiram participar da vida dos netos e ajudar no que puderem. O problema é que geralmente eles tentam fazer isso da forma errada. Eles tem mais experiência e mais paciência, isso eu reconheço, mas existe um ponto importante para se ressaltar, pais são pais! Por mais que eles queiram participar, por mais amor que tenham, existem coisas que só os pais podem decidir. Existem exceções, claro. Muitos avós criam os netos por desleixo dos pais, ausência, entre outras coisas e eles têm que ser valorizados e admirados.Só que existe um limite até pra eles! Avós são pra mimar, brincar com os netos e permitir aquilo que os pais não permitem. Na vida, tudo tem seu tempo e lugar devido. Não podemos atirar isso na cara deles. Sempre há uma forma gentil de falar ou simplesmente demonstrar quando a situação está incômoda.
Muitos pais não se importam e isso é muito legal. Eu sou mãe de primeira viagem, então eu sempre quis fazer o máximo possível sozinha. Eu amo cada momento ao lado da minha filha e no começo era ainda pior. Eu queria alimentar, dar banho, trocar, colocar pra dormir e acalmar, isso sem precisar da ajuda de ninguém. Por que é tudo novidade e pra mim cada instante longe da minha filha era perdido. Claro que os familiares podiam visitar, pegá-la no colo e brincar. Eu nunca quis e nem afastei ninguém, mas existem coisas que é nossa obrigação e ninguém pode tirá-las de nós se não quisermos. Muitas vezes eu precisei ser estupidamente sincera, pra que os avós não se colocassem na vida da minha filha como pais.
Já passou por uma situação semelhante? Está passando agora? Ótima hora para deixar, sutilmente, esse post aberto pra que os respectivos avós vejam.
É difícil explicar como essa situação é incômoda, mas não é impossível. Eles são pais, fizeram as coisas da forma como acharam melhor. Não é difícil se colocar no lugar do próximo quando você já passou por uma situação semelhante!
Lembrando sempre que a presença dos avós na vida dos nosso filhos é muito importante e para eles também. Não tem nada mais bonito do que a relação entre avós e netos.
Se a situação ultrapassar os limites, insista em uma boa conversa, sempre e exaustivamente se for necessário. Todo tipo de discussões e brigas por essa razão, são totalmente inúteis e desnecessárias.
Para os senhores avós eu desejo netos amorosos e educados, filhos compreensíveis e sabedoria para saber participar e mimar os netos.
Para avós que adoram dar pitacos invasivos, eu desejo um pai ou uma mãe, com sinceridade gentil, mas firme, para colocar cada qual no seu devido lugar.
Até o próximo post!
;)
Muitos pais não se importam e isso é muito legal. Eu sou mãe de primeira viagem, então eu sempre quis fazer o máximo possível sozinha. Eu amo cada momento ao lado da minha filha e no começo era ainda pior. Eu queria alimentar, dar banho, trocar, colocar pra dormir e acalmar, isso sem precisar da ajuda de ninguém. Por que é tudo novidade e pra mim cada instante longe da minha filha era perdido. Claro que os familiares podiam visitar, pegá-la no colo e brincar. Eu nunca quis e nem afastei ninguém, mas existem coisas que é nossa obrigação e ninguém pode tirá-las de nós se não quisermos. Muitas vezes eu precisei ser estupidamente sincera, pra que os avós não se colocassem na vida da minha filha como pais.
Já passou por uma situação semelhante? Está passando agora? Ótima hora para deixar, sutilmente, esse post aberto pra que os respectivos avós vejam.
É difícil explicar como essa situação é incômoda, mas não é impossível. Eles são pais, fizeram as coisas da forma como acharam melhor. Não é difícil se colocar no lugar do próximo quando você já passou por uma situação semelhante!
Lembrando sempre que a presença dos avós na vida dos nosso filhos é muito importante e para eles também. Não tem nada mais bonito do que a relação entre avós e netos.
Se a situação ultrapassar os limites, insista em uma boa conversa, sempre e exaustivamente se for necessário. Todo tipo de discussões e brigas por essa razão, são totalmente inúteis e desnecessárias.
Para os senhores avós eu desejo netos amorosos e educados, filhos compreensíveis e sabedoria para saber participar e mimar os netos.
Para avós que adoram dar pitacos invasivos, eu desejo um pai ou uma mãe, com sinceridade gentil, mas firme, para colocar cada qual no seu devido lugar.
Até o próximo post!
;)
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Sobre a maternidade!
Olá!
Eu estava ansiosa para escrever sobre isso, principalmente depois de ler um artigo escrito pela Lily Brandão Fontana, que fala sobre a solidão na maternidade. No começo achei que se tratava de depressão pós-parto ou coisa assim, mas depois que li, percebi que explicava o que eu sentia. Vou compartilhar o link com vocês, se puderem dar uma olhada:
http://m.mdemulher.abril.com.br/familia/minha-solidao-nunca-esteve-tao-bem-acompanhada
Depois de ler o artigo, eu decidi falar com as minha palavras sobre esse assunto.
Claro que a maternidade é incrível e eu não me arrependo, não trocaria isso nem pelo Justin Timberlake e olha que isso é muito difícil.
Eu não amei minha filha no momento que soube da sua existência e me senti muito culpada por isso, mas depois eu entendi que eu não precisava ser igual a todas as mães. Eu amo minha filha! Eu passei a amá-la lá pelo sétimo mês de gestação, quando eu me sentia infinitamente triste e nos momentos mais infelizes eu sentia os movimentos dela dentro de mim. Tinha a impressão de que ela entendia tudo. Nos meus momentos de solidão, ela se fazia presente. Nunca perguntei ao meu marido se ele amou nossa filha no primeiro positivo e ele também nunca falou. Homem não pensa nessas coisas. Não se sinta culpada por não amar no primeiro instante, se sinta culpada se não conseguir amar seu filho nunca.
Então ao sentimento de solidão na maternidade. Eu sou louca. Sempre tenho a impressão que me filha só estará protegida se eu estiver presente e sabe quem entende esse sentimento? Ninguém. Talvez outra mãe que passe pela mesma situação, mas seu marido não vai entender, seus amigos ou seus pais também não entenderão!
Há pouco tempo atrás, eu estava trabalhando, meu marido ficava com a minha filha, até dar o horário dele ir trabalhar. Eu ligava pelo menos cinco vezes no período de seis horas e se ele só demorasse pra atender, minha mente hiperativa já imaginava mil situações preocupantes e eu até chorava! Geralmente ele só estava trocando a fralda ou usando o banheiro. Ninguém sabe como funciona a cabeça de uma mãe, além dela. Cada mãe tem uma cabeça diferente, um medo diferente. Sua mãe ou sua avó, por mais que sejam mães, elas não entendem como funciona a sua cabeça. Aí está a solidão de ser mãe. Eu tenho minhas preocupações e medos, ninguém além de mim vai entender isso. É uma sensação horrível. Se o meu marido sugere deixar ela com os pais dele por uma noite e eu deixo em suspenso para pensar a respeito, meu primeiro pensamento é ela ficar chorando sentindo nossa falta, ela cair e se machucar ou qualquer coisa que poderia acontecer mesmo se eu estivesse por perto.
Isso não muda mesmo que eu fique com ela 24 horas por dia. Se ela fica doente, eu enlouqueço! Eu sei que eu me preocupo de forma diferente do pai dela. Ele é um ótimo pai! Ele educa, brinca e cria ela com muito amor, mas sem as minhas paranoias e incertezas.
Também tem aquele sentimento de inutilidade, passo o tempo todo cuidando dela e da casa e eu amo estar sempre com ela, mas ás vezes me sinto inútil por não estar trabalhando fora e ajudando nas despesas. Vem o sentimento de culpa por me estressar e ficar entediada, por estar sempre em casa e fazendo as mesmas coisas. Me sinto culpada só em pedir para o meu marido trocar a fralda dela enquanto estou ocupada com outra coisa. Minha mente funciona como um monte de fios desencapados mesmo! E quando tudo isso vem a tona ao mesmo tempo, eu me sinto só, por que só eu posso entender isso e por mais que eu tente explicar para alguém a forma como eu me sinto, ninguém pode entender e então eu choro... Copiosamente. Então minha filha aparece e pergunta se eu estou triste, me abraça ou me beija, daí eu me sinto a melhor mulher do mundo. Não tem solidão e tristeza que resista ao sorriso de um filho, um abraço ou uma brincadeira.
Por que a maternidade é isso, te leva do riso ao pranto e depois ao riso de novo. Ser mãe é literalmente padecer no paraíso! Nunca usei uma frase tão clichê, mas tão verdadeira.
E como eu já disse antes, pra quem gosta de criticar uma mãe neurótica, eu desejo uma mente e coração de mãe, daquelas mais malucas que se preocupam até com os filhos dos vizinhos!
Até o próximo post!
Eu estava ansiosa para escrever sobre isso, principalmente depois de ler um artigo escrito pela Lily Brandão Fontana, que fala sobre a solidão na maternidade. No começo achei que se tratava de depressão pós-parto ou coisa assim, mas depois que li, percebi que explicava o que eu sentia. Vou compartilhar o link com vocês, se puderem dar uma olhada:
http://m.mdemulher.abril.com.br/familia/minha-solidao-nunca-esteve-tao-bem-acompanhada
Depois de ler o artigo, eu decidi falar com as minha palavras sobre esse assunto.
Claro que a maternidade é incrível e eu não me arrependo, não trocaria isso nem pelo Justin Timberlake e olha que isso é muito difícil.
Eu não amei minha filha no momento que soube da sua existência e me senti muito culpada por isso, mas depois eu entendi que eu não precisava ser igual a todas as mães. Eu amo minha filha! Eu passei a amá-la lá pelo sétimo mês de gestação, quando eu me sentia infinitamente triste e nos momentos mais infelizes eu sentia os movimentos dela dentro de mim. Tinha a impressão de que ela entendia tudo. Nos meus momentos de solidão, ela se fazia presente. Nunca perguntei ao meu marido se ele amou nossa filha no primeiro positivo e ele também nunca falou. Homem não pensa nessas coisas. Não se sinta culpada por não amar no primeiro instante, se sinta culpada se não conseguir amar seu filho nunca.
Então ao sentimento de solidão na maternidade. Eu sou louca. Sempre tenho a impressão que me filha só estará protegida se eu estiver presente e sabe quem entende esse sentimento? Ninguém. Talvez outra mãe que passe pela mesma situação, mas seu marido não vai entender, seus amigos ou seus pais também não entenderão!
Há pouco tempo atrás, eu estava trabalhando, meu marido ficava com a minha filha, até dar o horário dele ir trabalhar. Eu ligava pelo menos cinco vezes no período de seis horas e se ele só demorasse pra atender, minha mente hiperativa já imaginava mil situações preocupantes e eu até chorava! Geralmente ele só estava trocando a fralda ou usando o banheiro. Ninguém sabe como funciona a cabeça de uma mãe, além dela. Cada mãe tem uma cabeça diferente, um medo diferente. Sua mãe ou sua avó, por mais que sejam mães, elas não entendem como funciona a sua cabeça. Aí está a solidão de ser mãe. Eu tenho minhas preocupações e medos, ninguém além de mim vai entender isso. É uma sensação horrível. Se o meu marido sugere deixar ela com os pais dele por uma noite e eu deixo em suspenso para pensar a respeito, meu primeiro pensamento é ela ficar chorando sentindo nossa falta, ela cair e se machucar ou qualquer coisa que poderia acontecer mesmo se eu estivesse por perto.
Isso não muda mesmo que eu fique com ela 24 horas por dia. Se ela fica doente, eu enlouqueço! Eu sei que eu me preocupo de forma diferente do pai dela. Ele é um ótimo pai! Ele educa, brinca e cria ela com muito amor, mas sem as minhas paranoias e incertezas.
Também tem aquele sentimento de inutilidade, passo o tempo todo cuidando dela e da casa e eu amo estar sempre com ela, mas ás vezes me sinto inútil por não estar trabalhando fora e ajudando nas despesas. Vem o sentimento de culpa por me estressar e ficar entediada, por estar sempre em casa e fazendo as mesmas coisas. Me sinto culpada só em pedir para o meu marido trocar a fralda dela enquanto estou ocupada com outra coisa. Minha mente funciona como um monte de fios desencapados mesmo! E quando tudo isso vem a tona ao mesmo tempo, eu me sinto só, por que só eu posso entender isso e por mais que eu tente explicar para alguém a forma como eu me sinto, ninguém pode entender e então eu choro... Copiosamente. Então minha filha aparece e pergunta se eu estou triste, me abraça ou me beija, daí eu me sinto a melhor mulher do mundo. Não tem solidão e tristeza que resista ao sorriso de um filho, um abraço ou uma brincadeira.
Por que a maternidade é isso, te leva do riso ao pranto e depois ao riso de novo. Ser mãe é literalmente padecer no paraíso! Nunca usei uma frase tão clichê, mas tão verdadeira.
E como eu já disse antes, pra quem gosta de criticar uma mãe neurótica, eu desejo uma mente e coração de mãe, daquelas mais malucas que se preocupam até com os filhos dos vizinhos!
Até o próximo post!
segunda-feira, 30 de março de 2015
Pitacos sobre: Outro bebê?!
Olá!
Voltei depois de quase duas semanas, pra falar sobre o segundo, terceiro... enfim, outro bebê?!
A quantidade de filhos que um casal decide ter, só diz respeito a eles, mas vou confessar que estou entre essas pessoas que ficam abismadas quando um casal que mal consegue controlar os que já tem, decidem ter outro filho. Quer dizer, muitas coisas devem ser levadas em consideração. Sobre a situação financeira do casal, por que colocar cinco filhos no mundo para depois ficar pedindo dinheiro na rua pra comprar leite, não dá né? Sobre a capacidade de criar e educar os filhos. Isso é muito importante. Sou a filha do meio de oito filhos, isso entre meio-irmãos e irmãos adotivos. Meu pai sempre foi muito rígido, Sempre teve capacidade de nos criar bem educados. Agora se você coloca uma porção de filhos no mundo e consegue aterrorizar as pessoas ao decidir fazer uma visita, melhor reconsiderar! Quem não entra em panico quando uma pessoa decide te visitar e levar todos aqueles filhos que reviram a sua casa, colocam os pés no seu sofá, brigam com seu filho e ficam pedindo coisas? Quando meu pai nos levava para visitar um amigo ou parente, nem precisava falar nada. Sabíamos que não podíamos nos meter em conversas de adultos, nem tirar as coisas do lugar ou pedir coisas, mas nem todos os pais tem esse hábito. Existe uma diferença entre dar liberdade para os filhos e largar de mão.
Eu quero ter outros filhos, quem sabe uns quatro?! Só que eu vejo o mundo como é, vejo as crianças e adolescentes vitimas de violência nas ruas, escolas e até em casa. Vejo como o custo de vida está alto no Brasil e principalmente, eu me conheço. Fui agraciada com um gosto pela escrita e leitura, mas não fui presenteada com um pingo sequer de paciência. Minha filha ficou doente essa semana que passou e entre dar remédio e cuidar dela, eu chorava! Como seria se fossem dois ou três ao mesmo tempo?
Como diz meu pai, Filhos são bençãos para nós, mas só para aperfeiçoar a frase: Os filhos são bençãos para nós se soubermos abençoá-los.
Alem de saber educar e sustentar os filhos, também temos que saber amá-los. Então você tem quatro filhos, mas gosta mais do mais velho por que ele é mais bonito e dá mais atenção ao mais novo por que ele é mais engraçadinho? Isso que é ser mãe! Deixe-me corrigir, isso que é ser uma péssima mãe!
De todas as qualidades do meu pai, essa sem dúvida não era uma delas. O meu irmão mais velho sempre foi muito independente, então ele não recebia tanta atenção. Minha irmã mais velha aprendeu a cozinhar, lavar e passar logo cedo, então sempre foi responsável pelas tarefas e nunca teve muito reconhecimento por isso. Meu pai sempre achou que por eu ser bonitinha, teria atenção de todos na família, escola e outros lugares, então não recebia muita atenção dele também, agora as duas mais novas sempre foram as preferidas, por alguma razão que eu desconheço. Tudo bem que nós crescemos, amadurecemos e superamos isso, mas enquanto crianças e adolescentes, isso é muito difícil de superar e entender. A falta de atenção e o pouco cuidado, fazem as crianças se sentirem rejeitadas e buscarem formas erradas de chamar atenção ou se envolver com drogas e bebidas alcoólicas como consolo.
Essas coisas são muito importantes para se considerar antes de ter outros filhos, por que a sociedade sempre vai criticar pais que não conseguem administrar uma família grande.
Agora se você consegue sustentar, educar, proteger e amar igualmente todos os seus filhos, então fica a seu critério ter sete ou doze filhos! Quem é que pode escolher quantos filhos eu vou ter, se isso não interferir na vida de mais ninguém? Agora lembrando que se houver motivo para as pessoas criticarem e interferir na vida de outras pessoas, eu estarei entre elas para criticar, por que nada me irrita mais que um monte de crianças invadindo meu quarto ou bagunçando minha casa.
Caso o contrário, desejo aos fofoqueiros de plantão, um filho que valha por dez!
Até o próximo post!
Voltei depois de quase duas semanas, pra falar sobre o segundo, terceiro... enfim, outro bebê?!
A quantidade de filhos que um casal decide ter, só diz respeito a eles, mas vou confessar que estou entre essas pessoas que ficam abismadas quando um casal que mal consegue controlar os que já tem, decidem ter outro filho. Quer dizer, muitas coisas devem ser levadas em consideração. Sobre a situação financeira do casal, por que colocar cinco filhos no mundo para depois ficar pedindo dinheiro na rua pra comprar leite, não dá né? Sobre a capacidade de criar e educar os filhos. Isso é muito importante. Sou a filha do meio de oito filhos, isso entre meio-irmãos e irmãos adotivos. Meu pai sempre foi muito rígido, Sempre teve capacidade de nos criar bem educados. Agora se você coloca uma porção de filhos no mundo e consegue aterrorizar as pessoas ao decidir fazer uma visita, melhor reconsiderar! Quem não entra em panico quando uma pessoa decide te visitar e levar todos aqueles filhos que reviram a sua casa, colocam os pés no seu sofá, brigam com seu filho e ficam pedindo coisas? Quando meu pai nos levava para visitar um amigo ou parente, nem precisava falar nada. Sabíamos que não podíamos nos meter em conversas de adultos, nem tirar as coisas do lugar ou pedir coisas, mas nem todos os pais tem esse hábito. Existe uma diferença entre dar liberdade para os filhos e largar de mão.
Eu quero ter outros filhos, quem sabe uns quatro?! Só que eu vejo o mundo como é, vejo as crianças e adolescentes vitimas de violência nas ruas, escolas e até em casa. Vejo como o custo de vida está alto no Brasil e principalmente, eu me conheço. Fui agraciada com um gosto pela escrita e leitura, mas não fui presenteada com um pingo sequer de paciência. Minha filha ficou doente essa semana que passou e entre dar remédio e cuidar dela, eu chorava! Como seria se fossem dois ou três ao mesmo tempo?
Como diz meu pai, Filhos são bençãos para nós, mas só para aperfeiçoar a frase: Os filhos são bençãos para nós se soubermos abençoá-los.
Alem de saber educar e sustentar os filhos, também temos que saber amá-los. Então você tem quatro filhos, mas gosta mais do mais velho por que ele é mais bonito e dá mais atenção ao mais novo por que ele é mais engraçadinho? Isso que é ser mãe! Deixe-me corrigir, isso que é ser uma péssima mãe!
De todas as qualidades do meu pai, essa sem dúvida não era uma delas. O meu irmão mais velho sempre foi muito independente, então ele não recebia tanta atenção. Minha irmã mais velha aprendeu a cozinhar, lavar e passar logo cedo, então sempre foi responsável pelas tarefas e nunca teve muito reconhecimento por isso. Meu pai sempre achou que por eu ser bonitinha, teria atenção de todos na família, escola e outros lugares, então não recebia muita atenção dele também, agora as duas mais novas sempre foram as preferidas, por alguma razão que eu desconheço. Tudo bem que nós crescemos, amadurecemos e superamos isso, mas enquanto crianças e adolescentes, isso é muito difícil de superar e entender. A falta de atenção e o pouco cuidado, fazem as crianças se sentirem rejeitadas e buscarem formas erradas de chamar atenção ou se envolver com drogas e bebidas alcoólicas como consolo.
Essas coisas são muito importantes para se considerar antes de ter outros filhos, por que a sociedade sempre vai criticar pais que não conseguem administrar uma família grande.
Agora se você consegue sustentar, educar, proteger e amar igualmente todos os seus filhos, então fica a seu critério ter sete ou doze filhos! Quem é que pode escolher quantos filhos eu vou ter, se isso não interferir na vida de mais ninguém? Agora lembrando que se houver motivo para as pessoas criticarem e interferir na vida de outras pessoas, eu estarei entre elas para criticar, por que nada me irrita mais que um monte de crianças invadindo meu quarto ou bagunçando minha casa.
Caso o contrário, desejo aos fofoqueiros de plantão, um filho que valha por dez!
Até o próximo post!
terça-feira, 17 de março de 2015
Pitacos sobre mimos!
Olá!
Voltando pra falar sobre mimos. É isso mesmo, mimos! As pessoas são cheias de opiniões a respeito disso, mas não existem argumentos contra mimar um filho. Quer dizer, você não pode mimar uma criança a ponto dela se tornar insuportável e manipuladora, mas e daí se você decidiu colocar aquele sapato que ela pediu ou deixar ela exagerar no doce?
Não estamos falando na terceira guerra mundial!
Minha filha não gosta de cabelo preso e sinceramente nem eu, mas se por acaso eu deixar ela ficar de cabelo solto, só por que ela não quer que eu prenda, não quer dizer que ela vá crescer insultando os outros ou que vá ser uma ameaça para alguém.
Milhares de pessoas morrem por dia, enquanto outras milhares passam fome e é mais importante criticar uma mãe que mima o filho?
E se eu quiser beijar minha filha a cada cinco minutos ou encher ela de brinquedos e livros que ela gosta? Isso vai me tornar uma pessoa ruim ou vai tornar ela uma pessoa ruim?
É claro que não! Sei de uma coisa, um dia minha filha vai crescer e vai passar mais tempo no celular do que no meu pé pedindo balas e eu vou sentir falta dos momentos em que eu tento prender ela no cinto do carro e ela foge para o banco da frente.
Existe um limite, claro, temos que perceber quando mimar está afetando a educação, mas também temos que perceber que mimar, é mais um gesto de carinho do que agressão. Nem me lembro quantas vezes fiquei no pé do meu pai chamando ele de " Paizinho lindo!" só pra poder chegar mais tarde em casa ou ganhar dinheiro, na maioria das vezes eu conseguia o queria e isso também é mimar. Mesmo assim eu cresci educada e não sou nenhuma ameça em potencial ao resto do mundo! E quer saber, eu vou mimar a minha filha e educar e alimentar ... E ela vai crescer educada mesmo assim! E provavelmente eu vou sorrir e fazer piada toda vez que ouvir um pitaco a respeito disso, mas na minha mente eu vou estar pensando no quanto tempo ocioso tem uma pessoa que se preocupa tanto com a forma que eu crio minha filha. Quando pensar em criticar uma mãe por qualquer dos motivos listados nos meus posts, pense se você ficaria no lugar dela na hora das terríveis contrações, por que só quem coloca o filho no mundo tem o direito de decidir o que é certo e errado para ele!
Até o próximo post!
Voltando pra falar sobre mimos. É isso mesmo, mimos! As pessoas são cheias de opiniões a respeito disso, mas não existem argumentos contra mimar um filho. Quer dizer, você não pode mimar uma criança a ponto dela se tornar insuportável e manipuladora, mas e daí se você decidiu colocar aquele sapato que ela pediu ou deixar ela exagerar no doce?
Não estamos falando na terceira guerra mundial!
Minha filha não gosta de cabelo preso e sinceramente nem eu, mas se por acaso eu deixar ela ficar de cabelo solto, só por que ela não quer que eu prenda, não quer dizer que ela vá crescer insultando os outros ou que vá ser uma ameaça para alguém.
Milhares de pessoas morrem por dia, enquanto outras milhares passam fome e é mais importante criticar uma mãe que mima o filho?
E se eu quiser beijar minha filha a cada cinco minutos ou encher ela de brinquedos e livros que ela gosta? Isso vai me tornar uma pessoa ruim ou vai tornar ela uma pessoa ruim?
É claro que não! Sei de uma coisa, um dia minha filha vai crescer e vai passar mais tempo no celular do que no meu pé pedindo balas e eu vou sentir falta dos momentos em que eu tento prender ela no cinto do carro e ela foge para o banco da frente.
Existe um limite, claro, temos que perceber quando mimar está afetando a educação, mas também temos que perceber que mimar, é mais um gesto de carinho do que agressão. Nem me lembro quantas vezes fiquei no pé do meu pai chamando ele de " Paizinho lindo!" só pra poder chegar mais tarde em casa ou ganhar dinheiro, na maioria das vezes eu conseguia o queria e isso também é mimar. Mesmo assim eu cresci educada e não sou nenhuma ameça em potencial ao resto do mundo! E quer saber, eu vou mimar a minha filha e educar e alimentar ... E ela vai crescer educada mesmo assim! E provavelmente eu vou sorrir e fazer piada toda vez que ouvir um pitaco a respeito disso, mas na minha mente eu vou estar pensando no quanto tempo ocioso tem uma pessoa que se preocupa tanto com a forma que eu crio minha filha. Quando pensar em criticar uma mãe por qualquer dos motivos listados nos meus posts, pense se você ficaria no lugar dela na hora das terríveis contrações, por que só quem coloca o filho no mundo tem o direito de decidir o que é certo e errado para ele!
Até o próximo post!
quarta-feira, 11 de março de 2015
Pitacos sobre o sono do bebê!
De volta no blog, pra falar de um assunto que só diz respeito aos pais: O sono do bebê!
Minha filha, no primeiro dia na maternidade só dormia, eu tive que obrigá-la a acordar umas cinco vezes, pra amamentá-la e não adiantou. No primeiro dia em casa, ela dormiu a noite inteira. Daí por diante ela passou a dormir só depois das cinco da manhã, seis, sete...
As consultas dela no pediatra eram cedinho, às vezes meu marido e eu passávamos a noite em claro e parte do dia, pra não perdermos a consulta. Até uns seis meses, essa era a rotina: Dormir depois das cinco, acordar depois das onze e passar o dia todo entre faxina na casa, amamentar e pegar no colo pra ter um minuto de silencio.
As pessoas sempre perguntam: "Ela dorme a noite toda?" Não se enganem! Nem sempre é mera curiosidade, na maioria das vezes é só pra ter um motivo pra criticar. Quando eu falava dessa rotina louca da minha filha, eu ouvia uma série de conselhos (pitacos) absurdos! Tais como:" Deixa chorar até dormir!" ou " Apaga as luzes e fica balançando até dormir!" ou então "Coloca no berço, apaga a luz e fecha a porta pra não ouvir o choro!"
O que?! Como assim?! Desculpe, mas sou fã de tortura chinesa! Minha filha teve cólica, o que atrapalhava o sono dela, eu tinha que amamentá-la de uma em uma hora e ela era um bebê. Quem, em sã consciência, deixa um bebê de semanas chorar até dormir?
Já em desespero e morta de sono, expliquei ao pediatra o que estava acontecendo e sabe o que ele disse? " Isso é normal mãe! Ela é um bebê, eles fazem os próprios horários nos primeiros meses." Usei esse argumento muitas vezes, quando as pessoas criticavam, uma vez ouvi o seguinte: "Que absurdo! Se deixar ela fazer o que quer tão nova, daqui a pouco ela vai dar na tua cara!" Hoje eu dou risada. Por que eu deixei minha filha fazer o horário dela e hoje, eu coloco ela na cama, apago a luz, dou boa noite e pronto! Ela nunca bateu em mim! Ela pede desculpas por qualquer coisa e é super educada! Muitas mães não sofrem com esse problema, mas outras sofrem, vou dizer o que ouvi da obstetra que fez o meu parto: Mãezinha, aproveite as horas que seu filho dorme de dia, pra poder descansar também.
Sei que é difícil só que a casa você pode limpar depois, comida pode fazer depois, mas seu sono é importante, é a sua saúde e dormir bem ajuda a produzir mais leite!
A verdade é que nos primeiros meses, os bebês tem mesmo a própria rotina e é difícil mudar isso. Também é difícil mudar as opiniões alheias, então vamos ignorar os comentários, colocar um sorriso no rosto e desejar à essas pessoas de língua cumprida, um casal de gêmeos com a própria rotina e continuar sorrindo, por que ser mãe é incrível!
Até o próximo post !
Minha filha, no primeiro dia na maternidade só dormia, eu tive que obrigá-la a acordar umas cinco vezes, pra amamentá-la e não adiantou. No primeiro dia em casa, ela dormiu a noite inteira. Daí por diante ela passou a dormir só depois das cinco da manhã, seis, sete...
As consultas dela no pediatra eram cedinho, às vezes meu marido e eu passávamos a noite em claro e parte do dia, pra não perdermos a consulta. Até uns seis meses, essa era a rotina: Dormir depois das cinco, acordar depois das onze e passar o dia todo entre faxina na casa, amamentar e pegar no colo pra ter um minuto de silencio.
As pessoas sempre perguntam: "Ela dorme a noite toda?" Não se enganem! Nem sempre é mera curiosidade, na maioria das vezes é só pra ter um motivo pra criticar. Quando eu falava dessa rotina louca da minha filha, eu ouvia uma série de conselhos (pitacos) absurdos! Tais como:" Deixa chorar até dormir!" ou " Apaga as luzes e fica balançando até dormir!" ou então "Coloca no berço, apaga a luz e fecha a porta pra não ouvir o choro!"
O que?! Como assim?! Desculpe, mas sou fã de tortura chinesa! Minha filha teve cólica, o que atrapalhava o sono dela, eu tinha que amamentá-la de uma em uma hora e ela era um bebê. Quem, em sã consciência, deixa um bebê de semanas chorar até dormir?
Já em desespero e morta de sono, expliquei ao pediatra o que estava acontecendo e sabe o que ele disse? " Isso é normal mãe! Ela é um bebê, eles fazem os próprios horários nos primeiros meses." Usei esse argumento muitas vezes, quando as pessoas criticavam, uma vez ouvi o seguinte: "Que absurdo! Se deixar ela fazer o que quer tão nova, daqui a pouco ela vai dar na tua cara!" Hoje eu dou risada. Por que eu deixei minha filha fazer o horário dela e hoje, eu coloco ela na cama, apago a luz, dou boa noite e pronto! Ela nunca bateu em mim! Ela pede desculpas por qualquer coisa e é super educada! Muitas mães não sofrem com esse problema, mas outras sofrem, vou dizer o que ouvi da obstetra que fez o meu parto: Mãezinha, aproveite as horas que seu filho dorme de dia, pra poder descansar também.
Sei que é difícil só que a casa você pode limpar depois, comida pode fazer depois, mas seu sono é importante, é a sua saúde e dormir bem ajuda a produzir mais leite!
A verdade é que nos primeiros meses, os bebês tem mesmo a própria rotina e é difícil mudar isso. Também é difícil mudar as opiniões alheias, então vamos ignorar os comentários, colocar um sorriso no rosto e desejar à essas pessoas de língua cumprida, um casal de gêmeos com a própria rotina e continuar sorrindo, por que ser mãe é incrível!
Até o próximo post !
quarta-feira, 4 de março de 2015
Pitacos sobre educação!
Andei meio sumida, mas voltei pra falar sobre educação! Sim, por que existem muitas ideias de educação e nenhum padrão especifico. Eu não saio por ai criticando a educação dos filhos dos outros, mas não sou cega né? Acho que cada mãe conhece seu próprio filho e sabe avaliar se ele é educado ou não. Quer dizer, eu vejo minha filha, sei que ela é manhosa, mas mesmo antes de ser mãe, vendo outras crianças, eu já sabia avaliar o que era falta de educação ou não. As vezes vejo minha filha fazendo algo que eu considero errado e eu corrijo. Não dá para olhar o filho de uma prima ou amiga e sair criticando quando não corrigimos nem nossos filhos. Fura teu olho que eu ponho cerca no meu, já dizia minha mãe. E como o nome do blog é Pitacos da maternidade, acho que posso até dar um "conselho" . Recentemente eu ouvi crianças dizendo que não queriam brincar com minha filha, chutaram ela e até jogaram brinquedos nela, na minha filha de dois anos. Mãezinhas, quando a falta de educação e violência dos nossos filhos interfere na vida de outras pessoas, damos a elas o direito de criticar. Se ensinarmos nossos filhos a conviverem com outras crianças, se ensinarmos a não bater nelas e tomarmos cuidado com o que eles veem na televisão, em casa ou na escola, elas aprenderão! De todos os pitacos de todos os assuntos, esse é inevitável. Educação é algo que temos que priorizar por que afeta outras pessoas. Cabe aos pais ou responsável pela criação da criança, deve educar e ensinar valores que ela levará pra toda a vida, educação que vai ajudar essa criança a viver em sociedade!
Infelizmente a educação que damos aos nossos filhos diz respeito a outras pessoas! É que vai determinar o caráter e personalidade eles terão. Eu tolero algumas coisas da minha filha que outras pessoas não vão tolerar, pode ser bonitinho e engraçado pra mim, mas se não for agradável para outras pessoas, eu não posso permitir nem dentro da minha casa. Eu educo minha filha, da forma que eu acho melhor, pra mim e para conviver com outras pessoas. Se não quer que seu filho seja criticado pelos outros, eduque-o como se estivesse educando para o mundo, por que nossos filhos não serão nossos para sempre e educação sempre sera beneficio pra eles. Quem ama educa, por que se mundo tiver que fazer isso, não vai ser com o mesmo amor e cuidado.
Ate o próximo post!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Pitacos sobre cuidados!
Olá!
Cuidados com os filhos também é alvo de muitas criticas alheias. É uma das coisas que mais me irritam, mas pensando bem, qualquer pitaco me irrita muito. Se perguntarem pra qualquer um que conviva um pouco comigo, meus pais, irmãos e principalmente meu marido, sobre como eu cuido da minha filha, vai ouvir uma serie de palavras com o mesmo sentido: Louca, paranoica, surtada... Enfim, eu sou mesmo tudo isso. Eu queria ser mais como essas mães que largam os filhos com algum parente, sem a menor necessidade ou culpa, mas o fato é que eu sou louca! Eu sempre leio bulas de remédios, pesquiso vitaminas de alimentos e não, minha filha não toma coca-cola em ocasião nenhuma. Refrigerantes em geral, fazem mal para qualquer pessoa e coca-cola é um veneno! Claro que eu não sou uma mãe super rígida. Só tenho cuidados necessários para a saúde e segurança da minha filha, mas dando total espaço e liberdade para o crescimento, diversão e aprendizado dela.
Sobre os cuidados excessivos ou não e sobre o que pensam e dizem a respeito disso, quem liga?
É como disse nos post anteriores, cada mãe sabe as necessidades dos seus filho. Tem aquela coisa sobre mãe ser vidente, como quando ela não te deixa fazer uma coisa por que pode se machucar, depois de muita insistência ela acaba cedendo e você acaba se machucando mesmo. Acontece! Se você, mãe, sente que tem que fazer algo, faça! Quando eu deixo de fazer algo por que alguém acha loucura, sempre acaba mal. Por que na verdade, nós sentimos mesmo o que é certo!
Sempre parece loucura de mãe, eu acho minhas mães loucas, uma mais louca que a outra na verdade. (Isso mesmo, duas mães é muito mais complicado que uma só)
Quando eu me tornei mãe, jurei que não ia surtar e que ia ser uma boa mãe. De repente eu me sentia mal se não verificasse, assim, só por curiosidade, se minha filha estava respirando enquanto dormia. Não é engraçado, é loucura sim, mas pergunte para algumas mães, a maioria faz isso. Principalmente nos primeiros meses, quando a criança hiberna a maior parte do tempo. Você vira mãe e simplesmente esquece o que é normalidade. Não se pode criticar aquilo que você não entende.
Toda vez que eu tenho alguma crise, pergunto para o meu marido se ele acha exagero e sabe o que ouço? "Melhor cuidado de mais, do que cuidado de menos." Enquanto eu cuido demais, outras mães torturam e abandonam filhos, qual a razão para eu ser diferente? Mãezinhas façam aquilo que o coração mandar, por que acreditem, aquele mau estar e preocupação excessiva, é só o nosso coração dizendo o que fazer! E para aqueles que criticam isso, eu desejo um coração e mente de mãe, assim essas pessoas se preocuparão em excesso até com os filhos dos vizinhos!
Só quem é mãe entende!
Até o próximo post!
Cuidados com os filhos também é alvo de muitas criticas alheias. É uma das coisas que mais me irritam, mas pensando bem, qualquer pitaco me irrita muito. Se perguntarem pra qualquer um que conviva um pouco comigo, meus pais, irmãos e principalmente meu marido, sobre como eu cuido da minha filha, vai ouvir uma serie de palavras com o mesmo sentido: Louca, paranoica, surtada... Enfim, eu sou mesmo tudo isso. Eu queria ser mais como essas mães que largam os filhos com algum parente, sem a menor necessidade ou culpa, mas o fato é que eu sou louca! Eu sempre leio bulas de remédios, pesquiso vitaminas de alimentos e não, minha filha não toma coca-cola em ocasião nenhuma. Refrigerantes em geral, fazem mal para qualquer pessoa e coca-cola é um veneno! Claro que eu não sou uma mãe super rígida. Só tenho cuidados necessários para a saúde e segurança da minha filha, mas dando total espaço e liberdade para o crescimento, diversão e aprendizado dela.
Sobre os cuidados excessivos ou não e sobre o que pensam e dizem a respeito disso, quem liga?
É como disse nos post anteriores, cada mãe sabe as necessidades dos seus filho. Tem aquela coisa sobre mãe ser vidente, como quando ela não te deixa fazer uma coisa por que pode se machucar, depois de muita insistência ela acaba cedendo e você acaba se machucando mesmo. Acontece! Se você, mãe, sente que tem que fazer algo, faça! Quando eu deixo de fazer algo por que alguém acha loucura, sempre acaba mal. Por que na verdade, nós sentimos mesmo o que é certo!
Sempre parece loucura de mãe, eu acho minhas mães loucas, uma mais louca que a outra na verdade. (Isso mesmo, duas mães é muito mais complicado que uma só)
Quando eu me tornei mãe, jurei que não ia surtar e que ia ser uma boa mãe. De repente eu me sentia mal se não verificasse, assim, só por curiosidade, se minha filha estava respirando enquanto dormia. Não é engraçado, é loucura sim, mas pergunte para algumas mães, a maioria faz isso. Principalmente nos primeiros meses, quando a criança hiberna a maior parte do tempo. Você vira mãe e simplesmente esquece o que é normalidade. Não se pode criticar aquilo que você não entende.
Toda vez que eu tenho alguma crise, pergunto para o meu marido se ele acha exagero e sabe o que ouço? "Melhor cuidado de mais, do que cuidado de menos." Enquanto eu cuido demais, outras mães torturam e abandonam filhos, qual a razão para eu ser diferente? Mãezinhas façam aquilo que o coração mandar, por que acreditem, aquele mau estar e preocupação excessiva, é só o nosso coração dizendo o que fazer! E para aqueles que criticam isso, eu desejo um coração e mente de mãe, assim essas pessoas se preocuparão em excesso até com os filhos dos vizinhos!
Só quem é mãe entende!
Até o próximo post!
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Pitacos sobre amamentação!
Olá!
Esse é tema mais discutido pelos críticos de plantão. Quem sou eu pra criticar alguém? Como eu disse no post anterior, cada mãe sabe o que é melhor para o seu filho. Toda mãe sabe que o ideal é que o bebê seja amamentado até seis meses. Alguns pediatras porém, indicam o aleitamento até os dois anos ou mais, então por que não?
Qualquer um sabe que o leite materno tem tudo o que um bebê de até seis meses precisa e todos os pediatras que já consultei, dizem a mesma coisa. O leite materno além de ter todas as vitaminas necessárias para o bebê, ainda aumenta a imunidade da criança, ajuda a mãe a voltar ao seu peso normal, ajuda os órgãos a voltarem ao seu tamanho normal e ainda ajuda a prevenir o câncer de mama. Todas as vezes que usei essa justificativa, eu ouvi uma série de comentários negativos, ignorei todos e continuo amamentando, claro que diminuí a frequência e acrescentei outras bebidas e alimentos. Entendo que muitas mães não conseguem, ou não podem, mas se puder, que mal há?
Além de tudo é um gesto de amor e não prejudica ninguém. Sei que o meu leite não sustenta e nem alimenta, só que minha filha tem dois anos, ela ainda não entende isso e eu não posso de um dia para o outro tirar o leite dela. Crianças gostam de rotina e precisam de um certo tempo para lidar com as mudanças. Tudo tem que ser feito lentamente, até por que elas precisam se adaptar aos alimentos salgados, dormir sozinhas, sair das fraldas e perceber que estão sentindo fome, sono, frio ou sede, ou seja, precisam se tornar um pouco independentes e é muita coisa pra cabecinha de um bebê, que a pouco tempo estava ligado a você completamente! Sim, bebê! Eles são dependentes e não cabe a alguém de fora decidir se o seu bebê precisa crescer! O corpo é meu, o bebê é meu! Se eu quiser amamentar até que minha filha complete cinco anos, o problema é meu! Se eu quiser deixar minha filha nas fraldas até os oitos anos, o problema é meu! Se eu quiser amarrar minha filha ao pé da cama, pra que ela nunca saia de perto de mim, o problema é meu! Claro que eu não pretendo fazer nada disso, mas cabe a mim julgar como e quando minha filha tem que crescer. Cabe a cada mãe decidir como vai alimentar e cuidar do seu filho e ninguém tem o direito de julgar. Eu carreguei nove meses na barriga, pesou muito, levei uma porção de chutes e me alimentei mal. Na hora do parto, eu senti as dores sozinha, eu levei pontos e sangrei na hora de amamentar, então cabe a mim e somente a mim decidir parar ou não de amamentar e se eu decidir continuar, eu o farei e continuarei linda! Muitas dessas mulheres que criticam, são mães e eu desejo a cada dessas mulheres que adoram dar pitacos, uma pia cheia de louças, pilhas e pilhas de roupa para lavar e passar e principalmente, um dia cheio de tarefas domésticas, pra que essas adoráveis mulheres não tenham tempo para cuidar da vida alheia! Amentar é um gesto de amor, mas amor de verdade, não aquele amor que você sente pelo seu próprio umbigo, ou cabelo, ou unhas... É amor que você sente por um ser, que apesar de ser gerado dentro de você, não te pertence!
Valorize e priorize o que é importante, por que o tempo é breve!
Até o próximo post!
Esse é tema mais discutido pelos críticos de plantão. Quem sou eu pra criticar alguém? Como eu disse no post anterior, cada mãe sabe o que é melhor para o seu filho. Toda mãe sabe que o ideal é que o bebê seja amamentado até seis meses. Alguns pediatras porém, indicam o aleitamento até os dois anos ou mais, então por que não?
Qualquer um sabe que o leite materno tem tudo o que um bebê de até seis meses precisa e todos os pediatras que já consultei, dizem a mesma coisa. O leite materno além de ter todas as vitaminas necessárias para o bebê, ainda aumenta a imunidade da criança, ajuda a mãe a voltar ao seu peso normal, ajuda os órgãos a voltarem ao seu tamanho normal e ainda ajuda a prevenir o câncer de mama. Todas as vezes que usei essa justificativa, eu ouvi uma série de comentários negativos, ignorei todos e continuo amamentando, claro que diminuí a frequência e acrescentei outras bebidas e alimentos. Entendo que muitas mães não conseguem, ou não podem, mas se puder, que mal há?
Além de tudo é um gesto de amor e não prejudica ninguém. Sei que o meu leite não sustenta e nem alimenta, só que minha filha tem dois anos, ela ainda não entende isso e eu não posso de um dia para o outro tirar o leite dela. Crianças gostam de rotina e precisam de um certo tempo para lidar com as mudanças. Tudo tem que ser feito lentamente, até por que elas precisam se adaptar aos alimentos salgados, dormir sozinhas, sair das fraldas e perceber que estão sentindo fome, sono, frio ou sede, ou seja, precisam se tornar um pouco independentes e é muita coisa pra cabecinha de um bebê, que a pouco tempo estava ligado a você completamente! Sim, bebê! Eles são dependentes e não cabe a alguém de fora decidir se o seu bebê precisa crescer! O corpo é meu, o bebê é meu! Se eu quiser amamentar até que minha filha complete cinco anos, o problema é meu! Se eu quiser deixar minha filha nas fraldas até os oitos anos, o problema é meu! Se eu quiser amarrar minha filha ao pé da cama, pra que ela nunca saia de perto de mim, o problema é meu! Claro que eu não pretendo fazer nada disso, mas cabe a mim julgar como e quando minha filha tem que crescer. Cabe a cada mãe decidir como vai alimentar e cuidar do seu filho e ninguém tem o direito de julgar. Eu carreguei nove meses na barriga, pesou muito, levei uma porção de chutes e me alimentei mal. Na hora do parto, eu senti as dores sozinha, eu levei pontos e sangrei na hora de amamentar, então cabe a mim e somente a mim decidir parar ou não de amamentar e se eu decidir continuar, eu o farei e continuarei linda! Muitas dessas mulheres que criticam, são mães e eu desejo a cada dessas mulheres que adoram dar pitacos, uma pia cheia de louças, pilhas e pilhas de roupa para lavar e passar e principalmente, um dia cheio de tarefas domésticas, pra que essas adoráveis mulheres não tenham tempo para cuidar da vida alheia! Amentar é um gesto de amor, mas amor de verdade, não aquele amor que você sente pelo seu próprio umbigo, ou cabelo, ou unhas... É amor que você sente por um ser, que apesar de ser gerado dentro de você, não te pertence!
Valorize e priorize o que é importante, por que o tempo é breve!
Até o próximo post!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Pitacos sobre creches!
Olá!
Primeiramente, entendam: Eu não sou contra creches! Mãezinhas, eu respeito a escolha de cada mãe, é só um esclarecimento da razão pela qual eu não coloco e nem colocarei minha filha em uma. No momento em que anunciei a gravidez, fui obrigada a ouvir uma série de opiniões e comentários maldosos, tais como: " Mas já?", "Tão nova" e "Você é louca". Entre as primeiras opiniões vieram sugestões pra que eu já procurasse uma creche. Depois de uma conversa rápida com meu marido, decidimos que não faríamos isso, por não ser necessário. Como eu disse no post anterior, cada mãe tem sua mania e loucura.
Muitas mães optam pelas creches por necessidade, é difícil associar filhos e trabalho, eu sei bem o que é isso. Creche é opção muito boa, aí vão os prós. Para pais que trabalham é ótimo. As crianças geralmente, são bem cuidadas, aprendem a conviver com outras crianças, têm uma rotina saudável, aprender a conviver em um ambiente escolar e aprender a ser mais independentes. Tudo isso deixa os pais mais seguros sobre essa escolha.
Agora no meu caso. Quando eu digo para as pessoas que parei de trabalhar para cuidar da minha filha, elas querem me matar. Eu não tento convencer as pessoas a fazerem o mesmo que eu, eu tento fazê-las entender o meu lado e aceitar, assim como eu aceito a opinião das outras mães.
Decidi ficar em casa cuidando da minha filha por que eu quero que ela seja educada a minha forma, não quero que ela adquira hábitos e costumes de outras pessoas. Quero estar presente em cada dia da vida dela nessa primeira infância. Acompanhar cada descoberta, cada aprendizado, por que eu sei que essa fase vai passar e eu vou sentir saudade. Outro ponto é que muitas creches são seguras e com profissionais competentes, mas algumas não são confiáveis. Por medo que a minha filha fosse maltratada pelas cuidadoras e até pelas crianças, eu decidi cuidar dela eu mesma. Muitas pessoas tentam me incentivar dizendo que as crianças que frequentam uma creche são muito mais espertas que as demais. Essa informação não procede. Sou filha de uma pedagoga e com ela aprendi uma série de coisas. Crianças em geral são muito espertas. Aprendem as coisas muito rápido e gostam de aprender. Qualquer mãe que escolher ficar em casa com o filho pode ensinar muito à ele. Sobre conviver com crianças, existem familiares e amigos com crianças pequenas, praças próximas a nossas casas com crianças brincando. Enfim, tudo o que se tem na creche pode ser oferecido em casa com muito amor e paciência.
Muitas vezes as opiniões se tornam criticas e temos que prestar atenção a isso. Expor nossas opiniões e respeitar a de outros, mas não podemos ouvir criticas em silêncio e nem nos contentarmos com comentários maldosos de gente desocupada.
Cada mãe sabe o que é melhor para a si e melhor para os filhos, eu faço o que melhor para a minha filha e não ligo para os que outros pensam. Cada um sabe onde lhe aperta o sapato, já dizia minha mãe.
Então mães, continuem sendo a melhor mãe para os seus filhos independente da forma como o resto mundo nos vê!
Até o próximo post!
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