Olá!
Cuidados com os filhos também é alvo de muitas criticas alheias. É uma das coisas que mais me irritam, mas pensando bem, qualquer pitaco me irrita muito. Se perguntarem pra qualquer um que conviva um pouco comigo, meus pais, irmãos e principalmente meu marido, sobre como eu cuido da minha filha, vai ouvir uma serie de palavras com o mesmo sentido: Louca, paranoica, surtada... Enfim, eu sou mesmo tudo isso. Eu queria ser mais como essas mães que largam os filhos com algum parente, sem a menor necessidade ou culpa, mas o fato é que eu sou louca! Eu sempre leio bulas de remédios, pesquiso vitaminas de alimentos e não, minha filha não toma coca-cola em ocasião nenhuma. Refrigerantes em geral, fazem mal para qualquer pessoa e coca-cola é um veneno! Claro que eu não sou uma mãe super rígida. Só tenho cuidados necessários para a saúde e segurança da minha filha, mas dando total espaço e liberdade para o crescimento, diversão e aprendizado dela.
Sobre os cuidados excessivos ou não e sobre o que pensam e dizem a respeito disso, quem liga?
É como disse nos post anteriores, cada mãe sabe as necessidades dos seus filho. Tem aquela coisa sobre mãe ser vidente, como quando ela não te deixa fazer uma coisa por que pode se machucar, depois de muita insistência ela acaba cedendo e você acaba se machucando mesmo. Acontece! Se você, mãe, sente que tem que fazer algo, faça! Quando eu deixo de fazer algo por que alguém acha loucura, sempre acaba mal. Por que na verdade, nós sentimos mesmo o que é certo!
Sempre parece loucura de mãe, eu acho minhas mães loucas, uma mais louca que a outra na verdade. (Isso mesmo, duas mães é muito mais complicado que uma só)
Quando eu me tornei mãe, jurei que não ia surtar e que ia ser uma boa mãe. De repente eu me sentia mal se não verificasse, assim, só por curiosidade, se minha filha estava respirando enquanto dormia. Não é engraçado, é loucura sim, mas pergunte para algumas mães, a maioria faz isso. Principalmente nos primeiros meses, quando a criança hiberna a maior parte do tempo. Você vira mãe e simplesmente esquece o que é normalidade. Não se pode criticar aquilo que você não entende.
Toda vez que eu tenho alguma crise, pergunto para o meu marido se ele acha exagero e sabe o que ouço? "Melhor cuidado de mais, do que cuidado de menos." Enquanto eu cuido demais, outras mães torturam e abandonam filhos, qual a razão para eu ser diferente? Mãezinhas façam aquilo que o coração mandar, por que acreditem, aquele mau estar e preocupação excessiva, é só o nosso coração dizendo o que fazer! E para aqueles que criticam isso, eu desejo um coração e mente de mãe, assim essas pessoas se preocuparão em excesso até com os filhos dos vizinhos!
Só quem é mãe entende!
Até o próximo post!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Pitacos sobre amamentação!
Olá!
Esse é tema mais discutido pelos críticos de plantão. Quem sou eu pra criticar alguém? Como eu disse no post anterior, cada mãe sabe o que é melhor para o seu filho. Toda mãe sabe que o ideal é que o bebê seja amamentado até seis meses. Alguns pediatras porém, indicam o aleitamento até os dois anos ou mais, então por que não?
Qualquer um sabe que o leite materno tem tudo o que um bebê de até seis meses precisa e todos os pediatras que já consultei, dizem a mesma coisa. O leite materno além de ter todas as vitaminas necessárias para o bebê, ainda aumenta a imunidade da criança, ajuda a mãe a voltar ao seu peso normal, ajuda os órgãos a voltarem ao seu tamanho normal e ainda ajuda a prevenir o câncer de mama. Todas as vezes que usei essa justificativa, eu ouvi uma série de comentários negativos, ignorei todos e continuo amamentando, claro que diminuí a frequência e acrescentei outras bebidas e alimentos. Entendo que muitas mães não conseguem, ou não podem, mas se puder, que mal há?
Além de tudo é um gesto de amor e não prejudica ninguém. Sei que o meu leite não sustenta e nem alimenta, só que minha filha tem dois anos, ela ainda não entende isso e eu não posso de um dia para o outro tirar o leite dela. Crianças gostam de rotina e precisam de um certo tempo para lidar com as mudanças. Tudo tem que ser feito lentamente, até por que elas precisam se adaptar aos alimentos salgados, dormir sozinhas, sair das fraldas e perceber que estão sentindo fome, sono, frio ou sede, ou seja, precisam se tornar um pouco independentes e é muita coisa pra cabecinha de um bebê, que a pouco tempo estava ligado a você completamente! Sim, bebê! Eles são dependentes e não cabe a alguém de fora decidir se o seu bebê precisa crescer! O corpo é meu, o bebê é meu! Se eu quiser amamentar até que minha filha complete cinco anos, o problema é meu! Se eu quiser deixar minha filha nas fraldas até os oitos anos, o problema é meu! Se eu quiser amarrar minha filha ao pé da cama, pra que ela nunca saia de perto de mim, o problema é meu! Claro que eu não pretendo fazer nada disso, mas cabe a mim julgar como e quando minha filha tem que crescer. Cabe a cada mãe decidir como vai alimentar e cuidar do seu filho e ninguém tem o direito de julgar. Eu carreguei nove meses na barriga, pesou muito, levei uma porção de chutes e me alimentei mal. Na hora do parto, eu senti as dores sozinha, eu levei pontos e sangrei na hora de amamentar, então cabe a mim e somente a mim decidir parar ou não de amamentar e se eu decidir continuar, eu o farei e continuarei linda! Muitas dessas mulheres que criticam, são mães e eu desejo a cada dessas mulheres que adoram dar pitacos, uma pia cheia de louças, pilhas e pilhas de roupa para lavar e passar e principalmente, um dia cheio de tarefas domésticas, pra que essas adoráveis mulheres não tenham tempo para cuidar da vida alheia! Amentar é um gesto de amor, mas amor de verdade, não aquele amor que você sente pelo seu próprio umbigo, ou cabelo, ou unhas... É amor que você sente por um ser, que apesar de ser gerado dentro de você, não te pertence!
Valorize e priorize o que é importante, por que o tempo é breve!
Até o próximo post!
Esse é tema mais discutido pelos críticos de plantão. Quem sou eu pra criticar alguém? Como eu disse no post anterior, cada mãe sabe o que é melhor para o seu filho. Toda mãe sabe que o ideal é que o bebê seja amamentado até seis meses. Alguns pediatras porém, indicam o aleitamento até os dois anos ou mais, então por que não?
Qualquer um sabe que o leite materno tem tudo o que um bebê de até seis meses precisa e todos os pediatras que já consultei, dizem a mesma coisa. O leite materno além de ter todas as vitaminas necessárias para o bebê, ainda aumenta a imunidade da criança, ajuda a mãe a voltar ao seu peso normal, ajuda os órgãos a voltarem ao seu tamanho normal e ainda ajuda a prevenir o câncer de mama. Todas as vezes que usei essa justificativa, eu ouvi uma série de comentários negativos, ignorei todos e continuo amamentando, claro que diminuí a frequência e acrescentei outras bebidas e alimentos. Entendo que muitas mães não conseguem, ou não podem, mas se puder, que mal há?
Além de tudo é um gesto de amor e não prejudica ninguém. Sei que o meu leite não sustenta e nem alimenta, só que minha filha tem dois anos, ela ainda não entende isso e eu não posso de um dia para o outro tirar o leite dela. Crianças gostam de rotina e precisam de um certo tempo para lidar com as mudanças. Tudo tem que ser feito lentamente, até por que elas precisam se adaptar aos alimentos salgados, dormir sozinhas, sair das fraldas e perceber que estão sentindo fome, sono, frio ou sede, ou seja, precisam se tornar um pouco independentes e é muita coisa pra cabecinha de um bebê, que a pouco tempo estava ligado a você completamente! Sim, bebê! Eles são dependentes e não cabe a alguém de fora decidir se o seu bebê precisa crescer! O corpo é meu, o bebê é meu! Se eu quiser amamentar até que minha filha complete cinco anos, o problema é meu! Se eu quiser deixar minha filha nas fraldas até os oitos anos, o problema é meu! Se eu quiser amarrar minha filha ao pé da cama, pra que ela nunca saia de perto de mim, o problema é meu! Claro que eu não pretendo fazer nada disso, mas cabe a mim julgar como e quando minha filha tem que crescer. Cabe a cada mãe decidir como vai alimentar e cuidar do seu filho e ninguém tem o direito de julgar. Eu carreguei nove meses na barriga, pesou muito, levei uma porção de chutes e me alimentei mal. Na hora do parto, eu senti as dores sozinha, eu levei pontos e sangrei na hora de amamentar, então cabe a mim e somente a mim decidir parar ou não de amamentar e se eu decidir continuar, eu o farei e continuarei linda! Muitas dessas mulheres que criticam, são mães e eu desejo a cada dessas mulheres que adoram dar pitacos, uma pia cheia de louças, pilhas e pilhas de roupa para lavar e passar e principalmente, um dia cheio de tarefas domésticas, pra que essas adoráveis mulheres não tenham tempo para cuidar da vida alheia! Amentar é um gesto de amor, mas amor de verdade, não aquele amor que você sente pelo seu próprio umbigo, ou cabelo, ou unhas... É amor que você sente por um ser, que apesar de ser gerado dentro de você, não te pertence!
Valorize e priorize o que é importante, por que o tempo é breve!
Até o próximo post!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Pitacos sobre creches!
Olá!
Primeiramente, entendam: Eu não sou contra creches! Mãezinhas, eu respeito a escolha de cada mãe, é só um esclarecimento da razão pela qual eu não coloco e nem colocarei minha filha em uma. No momento em que anunciei a gravidez, fui obrigada a ouvir uma série de opiniões e comentários maldosos, tais como: " Mas já?", "Tão nova" e "Você é louca". Entre as primeiras opiniões vieram sugestões pra que eu já procurasse uma creche. Depois de uma conversa rápida com meu marido, decidimos que não faríamos isso, por não ser necessário. Como eu disse no post anterior, cada mãe tem sua mania e loucura.
Muitas mães optam pelas creches por necessidade, é difícil associar filhos e trabalho, eu sei bem o que é isso. Creche é opção muito boa, aí vão os prós. Para pais que trabalham é ótimo. As crianças geralmente, são bem cuidadas, aprendem a conviver com outras crianças, têm uma rotina saudável, aprender a conviver em um ambiente escolar e aprender a ser mais independentes. Tudo isso deixa os pais mais seguros sobre essa escolha.
Agora no meu caso. Quando eu digo para as pessoas que parei de trabalhar para cuidar da minha filha, elas querem me matar. Eu não tento convencer as pessoas a fazerem o mesmo que eu, eu tento fazê-las entender o meu lado e aceitar, assim como eu aceito a opinião das outras mães.
Decidi ficar em casa cuidando da minha filha por que eu quero que ela seja educada a minha forma, não quero que ela adquira hábitos e costumes de outras pessoas. Quero estar presente em cada dia da vida dela nessa primeira infância. Acompanhar cada descoberta, cada aprendizado, por que eu sei que essa fase vai passar e eu vou sentir saudade. Outro ponto é que muitas creches são seguras e com profissionais competentes, mas algumas não são confiáveis. Por medo que a minha filha fosse maltratada pelas cuidadoras e até pelas crianças, eu decidi cuidar dela eu mesma. Muitas pessoas tentam me incentivar dizendo que as crianças que frequentam uma creche são muito mais espertas que as demais. Essa informação não procede. Sou filha de uma pedagoga e com ela aprendi uma série de coisas. Crianças em geral são muito espertas. Aprendem as coisas muito rápido e gostam de aprender. Qualquer mãe que escolher ficar em casa com o filho pode ensinar muito à ele. Sobre conviver com crianças, existem familiares e amigos com crianças pequenas, praças próximas a nossas casas com crianças brincando. Enfim, tudo o que se tem na creche pode ser oferecido em casa com muito amor e paciência.
Muitas vezes as opiniões se tornam criticas e temos que prestar atenção a isso. Expor nossas opiniões e respeitar a de outros, mas não podemos ouvir criticas em silêncio e nem nos contentarmos com comentários maldosos de gente desocupada.
Cada mãe sabe o que é melhor para a si e melhor para os filhos, eu faço o que melhor para a minha filha e não ligo para os que outros pensam. Cada um sabe onde lhe aperta o sapato, já dizia minha mãe.
Então mães, continuem sendo a melhor mãe para os seus filhos independente da forma como o resto mundo nos vê!
Até o próximo post!
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