segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Sobre crescimento!

Hey!
Dois anos depois, aqui estou eu. Demorei só pra poder aparecer e surpreender vocês! Mentira, eu sou péssima em inventar desculpas. O fato é que eu voltei, com uma repaginada no blog. Vou tentar deixá-lo mais dinâmico e não deixar passar tantos erros. Aviso também, que isso não significa que estarei por aqui com mais frequência, sinto muito. 

  

Voltei pra falar sobre o crescimento das nossas crianças e não me refiro a altura do seu filho, se ele anda ou não, se fala ou não ou ganha competições de matemática. Seu filho agora já tem dois anos ou mais e acredite, agora as pessoas (leia-se parentes e pitaqueiros), já esperam mais do seu filho do que você. Seu filho(a), já reconhece as pessoas, tios, avós e também locais, como escola, casa da avó. Por isso, as pessoas esperam que ele se comporte de uma determinada maneira, que fale com todos e sorria, que agrade a terceiros. 
Minha filha é uma garotinha de cinco anos geniosa e independente do que eu diga, ela só fala com quem bem entende. Por vezes me vi nessa cena: Festa de algum parente eu digo " fala oi pro tio", ela responde com uma risadinha cínica e se afasta. Eu aproveito a deixa, sorrio, solto um "ela tímida" e me afasto. A Alice sempre detestou ser forçada a fazer algo e quem não detestaria?

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Se até você evita pessoas chatas, colegas de trabalho que só falam de si mesmos, gente invejosa e afins, por que a criança deveria ser forçada a falar com alguém? 
Todo mundo já ouviu a velha frase: " Não converse com estranhos", pois então, diga isso ao seu filho e deixe ele decidir quem é estranho pra ele, às vezes não se trata de alguém que ele não conhece e sim de alguém que ele apenas acha estranho.
Claro que nessa geração do mimimi e do politicamente correto, até seu filho está sujeito a julgamentos e críticas, infelizmente, mas quem se importa?
Perdi as contas de quantas vezes eu ouvi minha filha ser chamada de chatinha e mal educada, por pessoas próximas, acredite. 
A criança não vê as coisas como você, talvez ela se assuste com a aparência, tom da voz ou comportamento, não quer dizer que a pessoa seja má, só que a criança é seletiva. 

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Melhor uma criança seletiva, do que uma criança que se vê forçada a falar com todo mundo, inclusive estranhos na rua, supermercado e parques. Qual a possibilidade do seu filho "chatinho", que não fala com ninguém, falar com um estranho e se deixar ser levado por alguém mau? Poucas. Claro que tudo será associado a você, porque você não ensina, não educa ou como no meu caso "chata como a mãe". Sim, já ouvi isso e adivinha, eu sou apenas tímida. Lembre que, o que as pessoas pensam a seu respeito ou a respeito do seu filho, não diz te respeito. Desde que você tenha a consciência tranquila quanto aos valores que têm passado a ele. Também não tem problema se seu filho gosta de falar com todo mundo, cabe a você prestar atenção a segurança dele. Você tem a liberdade de pensar o que quiser das pessoas, assim como elas tem a mesma liberdade. Não sendo algo grave, que comprometa seu caráter ou venha magoar seu filho, ignore, apenas pela paz de espírito. Quando a pessoa decidir falar diretamente pra você, dê respostas curtas que encerrem conversas tediosas, dependendo da pessoa, vale a até ser grosseiro. Não deixe as pessoas acharem que tem o direito de te ensinar como educar seu filho ou de se meter na educação dele de qualquer forma que seja.

Eu fui ensinada a falar com todos, como poderia ser diferente? Eu morei com tios, avós e pelo menos três madrastas diferentes, já me perdi e me deixei levar por estranhos, já fugi de casa e entrei em carro de estranhos, me tornei uma criança insegura e medrosa, sou medrosa até hoje e não confio em qualquer pessoa. Seu filho precisa aprender a ter segurança por ele mesmo, com sua supervisão sempre. Lembre-se também de ficar atento a qualquer mudança de comportamento, aí está o verdadeiro perigo, uma criança que gostava de alguém e deixou de gostar, que gostava da escola e de repente não quer mais ir. Quanto a falar com parentes, colegas, vizinhos, ninguém é obrigada. Você também ignoraria algumas pessoas se pudesse. Tudo é fase, você não vai saber lidar com tudo e todos, então não se culpe, não se sobrecarregue ou como dizem seja leve e releve! 

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                          Até o próximo post!




sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Para mamães de primeira viagem!

Entendam, eu demoro, mas é pra deixar saudade! Mentira. Eu só não calculo o tempo entre um post e outro. Só que eu sempre volto!
Hoje tem um post especial pra uma amiga especial que vai ser mamãe, então aproveito para incluir todas as mamães de primeira viagem, assim como eu também. Se você não é mãe de primeira viagem ou não é mãe, leia também! Leitura enriquece.
Não vou falar sobre horrores do parto ou coisas assustadoras, porque cada experiência é diferente e sempre tem uma e outra pra dizer que teve um parto normal de 70 horas e quadrigêmeos. Não se assustem, nem sei se isso existe. Acontece que no alto do meu trigésimo mês de gravidez, eu com o meu 1.63 cm e 50 quilos ouvi coisas horrorosas e achei que meu corpinho não estaria aqui pra contar a história. No final nem era tudo isso e passou rápido( graças à Deus). Então se você é do tipo que adora assustar as mãezinhas, não faça isso.
Agora para as mamães, aproveitem  a gestação! Não importa se ficou gordinha e sem autoestima, não existe figura mais doce e bonita do que uma mulher grávida. É sério! Enternece os corações. Todos querem olhar e tocar na sua barriga, que vira domínio público. Não importa como você se vê no espelho, não é nada bizarro! O cabelo fica lindo, a pele também, o humor não fica dos melhores, mas todo mundo entende.
Opiniões vão surgir dos quatro cantos da terra, até da tia-avó do patrão do primo do seu marido. Não leve todas em consideração, nem se estresse por isso. Depois o bebê nasce, passam anos e você percebe que as pessoas só falam babaquices! De verdade, ninguém tem nada de útil pra dizer quando o assunto é maternidade, nem eu. Agora quando se sentir insegura, procure alguém que será sincera, sem crueldade e que te tranquilizará. Nem todas as mães são boas com isso, nem todas as sogras também, mas nós sempre sabemos quem é que vai ser um apoio e quem vai ser o tropeço(tentei pensar em uma metáfora melhor, não deu.)
Não se encha de informações inúteis, mas satisfaça algumas dúvidas. Vá ao médico quantas vezes quiser e achar necessário e danem-se as opiniões alheias. Faça o que te faça se sentir segura.
Durma! Muito, porque o sono tende a triplicar! Se não der pra arrumar a casa, não arrume. Porque o tempo não volta e seu corpo não recupera o sono perdido. Se alimente bem, da forma que te fizer bem! Não force o que foi sugerido pela sua avó, nem tudo é bom pra todos.
Se irritar é normal, perder a paciência e gritar, mas não é bom e não vale a pena. Depois você percebe que é bobagem. Alivie o estresse, seja com um banho de duas horas( Que se dane a crise hídrica! ) Seja comendo ou limpando a casa, sei lá, cada um tem sua compulsão. Falo isso porque eu chorei a maior parte da minha gravidez e dói... Dói o triplo do normal, se quer saber. Depois você não esquece a dor que sentiu.
Algumas pessoas só vão se importar com o bebê, então não se importe com os outros. Tire muitas fotos, mesmo que não seja para as redes sociais, pra ter uma lembrança desse momento único. Você vai sentir saudade do barrigão e dos chutes também, alguns deles. Algumas vezes eu tive ajudar a minha filha a escolher uma posição que não quebrasse meus ossos (empurrando os pezinhos quando ela chutava em lugares mais doloridos).
Só receba visitas no hospital e logo que voltar pra casa, se quiser! Se possível informe as pessoas que não estará recebendo visitas durante as primeiras semanas, ou meses, enfim, eles vão entender. 
Quando receber visitas, exija o que quiser! Seu bebê, suas regras e pronto! Quem vai passar o resto dos dias preocupada com o filho é você, então vai ser do seu jeito.
Não compre um monte de roupas! Isso é importante, é sério. Compre o necessário e vá trocando conforme o bebê for crescendo. Eles perdem roupas muito rápido.
Amamentação, todos sabem que eu sou uma defensora firme, mas isso diz respeito a cada mãe. Depende de uma série de fatores e isso também é uma escolha sua e ponto! Não deixe as pessoas cuspirem regras inexistentes em você, porque quando se trata de um filho, cada mãe sabe o que melhor para seu.
Não se cobre! Dê o seu melhor, mas se o seu bebê dormir em horários errados, sujar todas as roupas ou chorar demais, não se culpe! Acontece. Se o sono te vencer antes que consiga trocar a camiseta gorfada, se deixar ele dormir na cama ou se acabar chorando com ele, não se julgue. Você vai ser capaz de fazer coisas que nem imaginava, vai sentir medos que nunca imaginou e vai ser a melhor mãe que o seu filho precisa. 
Se precisar de conselhos da mãe, peça. Da sogra, peça, mas entenda que apesar dos seus medos e frustrações, você sempre vai saber o que fazer e vai fazer melhor do que tudo, porque o instinto materno nasce no momento da descoberta. Nem todo mundo vai te entender, mas confie em si mesma.
Para essa amiga especial e para as mamães, um conselho. Não aceite julgamentos alheios, aceite o quiser e rejeite o que não te acrescenta nada! Defenda seu filho como quiser, faça por ele o que achar melhor e tenha em mente que a partir do nascimento do seu filho, seu mundo muda completamente e só você vai poder lidar com ele e entender. Entenda que a maternidade não se trata do seu filho, mas de você!
Não é sempre fácil, não é sempre bonito, mas toda a dificuldade passa e você acaba vendo beleza onde ninguém mais vê!
Boa hora!*
Até o próximo post.

* Nunca entendi por que boa, quer dizer, o parto não dura apenas uma hora, mas enfim, talvez você desvende o mistério!

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Carta para minha pequena

Toma as tuas asas minha pequena e vá voar. Conhecer o mundo, um pouco de cada vez.
Não se assuste, nada vai te machucar.
Eu sei que você vai chorar e eu terei que engolir meu choro. Por que cada nova experiência sua é nova pra mim também.
Não se apresse, deixe tudo acontecer devagarinho. Eu prometo não soltar sua mãozinha, mesmo quando você passar de mim em altura.
Não se preocupe com as broncas e críticas alheias,  por que a maioria serão destinadas a mim e eu já sei lidar com isso, mas aprenda meu bem, a não julgar aquilo que não entende, que discorda ou que vê com maus olhos. Você está aqui e não lá, não pode saber o que acontece por dentro de ninguém.
Perdoe, minha pequena, as minhas falhas. Eu ás vezes erro, mas é sempre pensando no seu bem.
Nem sempre você vai caber no meu colo, mas pode ficar nele sempre que estiver cansada ou precisar de um consolo. Não fuja, aprenda a enfrentar os problemas e não fugir deles, depois dessa batalha, você pode voltar para o meu colo e descansar.
Mesmo que cresça, lembre-se que eu me acostumei a segurar sua mão. Ás vezes vou precisar que segure a minha.
Não se apavore se me ver chorar. A mesma facilidade que eu tenho pra chorar, eu tenho pra sorrir e sem dúvida o sofrimento vai passar.
Entenda porém, que embora você viva nesse mundo, você não pertence a ele. Aqui só cabe dor, maldade e solidão. Você pertence a Deus que te colocou nas minhas mãos pra que eu cuidasse de você e te instruísse. 
Aprenda tudo sobre si, aprenda tudo sobre Ele e acima de tudo minha pequena, cresça, por que independente da sua altura, você vai ser muito grande.


Mamãe

sábado, 24 de outubro de 2015

Mãe!

Puxa, carta para mães quando nem é dia das mães? Sim e se reclamar vai ter carta até para o Saci-pererê! Mentira, vai ter não. Todo mundo já ouviu aquele velho clichê " Dia das mães é todo dia!" Enfim, sempre é dia, sempre é hora para declarar seu amor, por quem você quiser. Hoje, essas palavras são para minha mãe e para as mães de modo geral, que vão ler isso. Pode ser sua avó que criou você ou aquela tia que fez o papel de mãe, não importa, mãe é mais que uma palavra, é mais que um laço sanguíneo. 
Sei que nem todas as minhas palavras vão valer pra todo mundo, mas leve em consideração aquilo que te toca e fim.

Mãe, desculpa pelo dia das mães de 2001, 2003, talvez 2004, desculpa pelos anos em que não te dei de presente nenhum abraço ou uma palavra. Mãezinha, me desculpa por todas as vezes que me afastei da senhora, por ser volúvel ou por que achei que meu lugar era outro. Desculpa pelo tempo perdido longe da senhora. Desculpa também por aquela bronca que ignorei e por ter fingido que não ouvi outras. Mãe, sabe aquela vez que eu te magoei, que eu escolhi o lado errado? Me perdoa? Eu sei que eu parecia adulta e tentava agir como tal, mas eu era criança, ainda hoje eu me sinto criança em determinadas situações. Entenda mãe, eu achei que estava fazendo o certo, eu errei, mas eu prometo te amar em qualquer situação, assim como me amou e me ama. Prometo fazer o possível e o impossível pra não te magoar nunca mais.
Obrigada pelos livros! Todos eles! Me salvaram da ignorância e da solidão nos tempos de bullying, a senhora sabia do bullying né? Esqueça, doeu e passou. Obrigada mãezinha por tentar domar meu cabelo! Tarefa difícil né? Obrigada por vencer a guerra contra os piolhos! Ta aí outra tarefa dificílima! Eu estaria perdida se não tivesse feito isso por mim. Que vergonha, mãe, das minhas crises existenciais em que eu chorei sem motivo e disse coisas sem sentido. 
Agora entenda mãezinha, eu cresci, não na estatura, eu sei. Vejo as coisas bem melhor agora. Eu ainda não durmo no escuro, corro de baratas, abelhas... Só que eu guardei cada palavra, cada ensinamento e eu prometo passar adiante todos os valores que me ensinou.  Mesmo crescida mãe, eu ainda preciso da senhora, sempre. Então se cuida mãe, cuida da sua saúde física e mental, mas quando precisar, eu vou cuidar da senhora sempre. Lembra que eu amo salpicão, mas tenho preguiça de desfiar o frango. Nem sempre eu consigo tirar manchas das roupas, isso é revoltante. Mãe, eu tento tanto amor que não cabe dentro de mim. Eu amo te amar.

Eu amo ser sua filha!


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Nova fase!

Eu sempre volto, não importa quanto tempo passe, acostumem-se! Sem desculpas esfarrapadas ou qualquer justificativa. Eu voltei e dessa vez pra falar sobre essa nova fase.
A maternidade é feita de fases, diferentes pra cada mãe e filho, em determinados aspectos, claro.
Primeiro a gestação, que foi uma fase bem turbulenta pra mim! Enjoos, sono e cansaço foram os menores problemas. Sobre o parto? Eu achei que fosse durar pra sempre, mesmo que o meu tenha sido um dos mais rápidos e descomplicados que eu já ouvi falar. Pra quem já sofreu com pedras nos rins (cólica renal), achei que parto fosse ser fichinha. Abandonando clichês e partindo para a próxima fase. Então eu tinha um bebê que mamava de meia em meia hora e dormia nos horários mais inconvenientes, as seis da manhã ou sete. Eu dormia em pé, no banho, em frente ao fogão ou no meio de conversas. Foi uma fase confusa. Entenda, eu queria estar com a minha filha o tempo todo, mas queria dormir o tempo todo! As conversas eram tão confusas, com meu marido, minhas mães (no plural, porque são duas!), irmãos... Enfim, ninguém queria saber de mim, só da minha filha e aos poucos nem eu queria saber de mim! Eu sentia fraqueza, fome, sono, eu não conseguia fazer uma escova no cabelo ou pintar as unhas, eu andava com as roupas ensopadas de leite e o pior, com o cheiro de leite, mas a minha filha era tão linda, que o resto não importava. Passada essa fase, agora eu me importo, meu cabelo parecia um ninho, literalmente falando! Eu só falava da minha filha ou sobre a maternidade, como as pessoas me suportavam?
Então minha filha tinha febre por causa dos dentes, daí ela começou a engatinhar e eu ficava em cima dela o tempo todo. Em seguida ela começou a andar e eu mal podia acompanhar os passinhos tortos e as mãozinhas gordas agarrando os móveis. Eu deixava ela chorando pra ir trabalhar, na maioria das vezes eu tentava não acordá-la ou tranquilizá-la, mas quem passa ou passou por essa experiência sabe como é difícil e como parte o coração. Daí eu tinha o jantar pra fazer e a casa pra limpar e pouco tempo pra minha filha. Passou... Eu fiquei assustada quando li sobre Terrible two, como o meu anjinho ia ficar incontrolável? Ela ficou, por pouco tempo, tempo que passou também. Agora a paz reina! Nada de me descabelar e nem enlouquecer. O desfralde? Sem maiores traumas, tirando o fato do meu marido entrar em pânico toda vez que ela dorme no sofá.
Todas as fases foram difíceis, mas eu amei todas, essa em especial. Ela nem completou três anos e já se comporta como uma mocinha.
Ela avisa se está com fome, sede ou dor e ainda avisa onde. Escolhe o que quer assistir sem brigas por que eu decidi assistir outra coisa. Ela quer colocar vestido, os pulsos vivem cheios de pulseiras e os dedos cheios de anéis. Fazer as unhas nunca foi tão fácil! Uma mão de base nas unhas dela e ela pára pegar os vidros de esmaltes e guardar na bolsinha. Posso tomar banho sem ter que amarrar ela em um carrinho e colocar na porta do banheiro! Comer ainda é um pouco difícil, já que ela tem um probleminha genético chamado pai chato, cujo os sintomas são os mesmos do pai quando estava na idade dela, rejeitar qualquer alimento que é oferecido, os sintomas dela são menos intensos, por que ela já sabe o que gosta de comer e pede. Sem brigas pra pentear o cabelo, sem brigas pra dormir, tirando o fato de que ela só quer dormir com o pai.
Eu não vejo a hora de passar por novas fases com ela, por que até as mais difíceis, são fáceis de amar.
Não me arrependo de nada, talvez de ter começado a prender o cabelo dela cedo. Não quero ser dessas mães amargas que ficam lamentando o que fizeram ou deixaram de fazer. Ser mãe é difícil e só pra constar, ser alvo de críticas e quaisquer opiniões não facilita nada! Você vive uma insegurança constante. Você se sente culpada por tudo e nada. 
Perdoem nossas imperfeições e vivam suas vidas perfeitas, por que sinceramente, em nossas mentes e corações não tem espaço pra infelicidade alheia! 
Até o próximo post!

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Sobre saúde!

Demorei, mas continuo por aqui. Voltei pra falar sobre um assunto muito importante, a saúde das crianças.
Eu que sempre fiquei alerta ao menor de sinal de febre, dores e incômodos, fui surpreendida essa semana. febre baixa, dores na barriga incomodo para fazer xixi. Todas as vezes que minha filha teve febre, sempre aparecia alguém pra dizer " Está baixa, dá um remédio que passa." ou " É só febre, nem precisa de médico" Claro que eu sempre ignorei. Dessa vez não foi diferente. Levei ela ao médico e não fiquei surpresa ao descobrir que era infecção urinária, me surpreendi ao descobrir que estava forte e que devia ter levado minha filha ao médico antes.
Achei que as dores eram por causa de algum alimento e tentei cortar o que achei que fosse a causa, mas não levei tão a sério quanto deveria.
As vezes em meio a correria do dia a dia, um descuido ou dar ouvidos a opinião alheia, nos faz esquecer que somos nós os responsáveis pelos nossos filhos, não só educar, alimentar e colocar pra dormir, mas prestar atenção a saúde, desenvolvimento e também entretenimento. Por que apesar do trabalho, cansaço, falta de paciencia ou disposição, brincar com os filhos e dar atenção também é nossa obrigação. 
De pitaco por pitaco, melhor vir de alguém que  respeita sua opinião e liberdade pra fazer o que bem entender. 
Fiquem atentos a sintomas persistentes, ignorem as opiniões alheias e cuidem de quem vocês amam,  principalmente daqueles que não podem se cuidar sozinhos! 
Até o próximo post!

terça-feira, 9 de junho de 2015

Sobre desfralde!

Oii!
Nem vou comentar sobre a demora para postar algo, por que toda vez acontece a mesma coisa e nem sempre eu tenho uma desculpa boa.
Voltei pra falar sobre o desfralde.


Eu tinha uma visão muito errada a respeito do assunto. Quando minha mãe, enlouquecida, tentava tirar minha irmã mais nova das fraldas, eu achei que fosse a tarefa mais fácil do mundo, mesmo que ela só tenha conseguido quando minha irmã já tinha quase cinco anos.
Eis que a Alice estava com 1 ano e 8 meses e eu comecei essa tarefa, que parecia fácil.
Desisti. Dois meses depois eu recomecei. Desisti. Deixe-me explicar a razão. Minha filha não sabe diferenciar um do outro. Ela passa a maior parte do tempo vendo desenhos, sendo assim ela está sempre distraída e os acidentes acabam acontecendo bem no meio da minha sala.
Já falei diversas vezes sobre minha falta de paciência, que piora muito, quando ela suja meu chão limpinho. Para não traumatizar a criança, eu preferi dar mais um tempo.
Agora ela está com 2 anos e 6 meses e sinceramente, isso facilitou um pouco. Ela já avisa, acidentes de percurso são raros e por incrível que pareça, eu estou mais paciente.
Faz um tempo desde o ultimo acidente, meu marido até se irritou um pouco (o que é raro, já que ele tem muita paciência com tudo.) mas eu me mantive calma e consegui conversar com ela. Ela também se irrita quando acontece, então eu tenho que manter a calma e explicar tudo. Claro que eu não vou esperar ela completar 5 anos, mas esse tempo que eu dei foi muito útil. Para algumas mães é mais fácil, já que as creches e escolinhas geralmente fazem esse trabalho. Até entendo por que foi tão difícil pra minha mãe, visto que ela trabalha e minha irmã não chegou a ir para uma creche. Claro que sempre tem comentários: "Ela ainda usa fraldas?" ou "Já ta na hora de tirar das fraldas né?" Seguro o palavrão, já que eu não falo e respiro fundo. Embora seja muito fácil para as pessoas falarem, a maioria não faz ideia de como é estar nessa situação, já que muitas não tiverem essa árdua tarefa, que me faz admirar ainda mais as cuidadoras de creches e escolinhas. Imagino como deve ser, ter que tirar os filhos dos outros das fraldas e principalmente se for mais de um ao mesmo tempo.
Enfim, espero que essa fase passe logo! Achei que sempre fosse amar tudo na maternidade, essa é sem dúvida uma fase pra não me lembrar, a menos é claro, que venha outro bebê, mas por enquanto, eu passo.
Mãezinhas e futuras mãezinhas, o ideal mesmo é tirar paciência de onde não tem, sempre!
Até o próximo post!